Assinatura de vinho vale a pena? Confira nossas dicas

Você já pensou em fazer uma assinatura de vinho? Atualmente, existem diferentes clubes que oferecem experiências personalizadas para quem é apaixonado por essa bebida.

Porém, nem todo mundo sabe exatamente como eles funcionam e se realmente vale a pena pagar o valor da assinatura.

Então, para ajudar você a tomar essa decisão, preparamos esse artigo completo! Antes de mais nada, vamos entender como funcionam essas assinaturas.

Os clubes de vinhos geralmente funcionam mediante o pagamento de um valor periódico, que pode ser mensal, trimestral, semestral e até mesmo anual.

Com isso, você recebe uma seleção de vinhos no conforto de seu lar e de acordo com a sua preferência. Porém, você não sabe exatamente quais são os próximos rótulos – o que é a melhor parte!

Ou seja, você escolhe o perfil desejado – como um mix de vinhos, preferências por tintos, brancos, enfim – e o clube monta uma seleção personalizada para você.

A assinatura de vinho é destinada para quem quer conhecer novos rótulos e até mesmo a aprender mais sobre esse universo.

Além disso, os valores costumam ser muito atrativos para quem gosta de manter a rotatividade da adega.

Agora que você já sabe como funciona esse sistema, vamos falar um pouquinho sobre as vantagens de assinar.

Quais são os benefícios da assinatura de vinhos?

Benefícios da Assinatura de vinho

Praticidade

Como já mencionamos acima, a facilidade é um dos melhores motivos para investir na assinatura.

Logo, se você é o tipo de pessoa que está sempre nas lojas buscando novas garrafas, você com certeza vai economizar um bom tempo recebendo as caixas em casa.

Economia

Além disso, o valor da assinatura costuma ser mais baixo que o preço das garrafas compradas separadamente.

Logo, esse é um dos grandes atrativos dos clubes de vinho. Como as empresas trabalham com esse tipo de logística e uma compra constante, o valor consegue ser abaixado para chegar em uma margem mais acessível para os clientes.

Vinhos exclusivos

Além disso, a maioria dos clubes de assinatura de vinho costuma ter em seu catálogo algumas fabricações exclusivas.

 Ao firmar parcerias com vinícolas, os programas conseguem garrafas que você não vai encontrar em nenhum outro lugar. Logo, existe a possibilidade de degustar essas edições limitadas.

Catálogo com informações sobre os vinhos

Muitas pessoas que gostam de degustar um bom vinho também se interessam pelo processo de fabricação, tipo de uva e particularidades de cada garrafa.

 Por isso, os planos de assinatura incluem nas caixas pequenos manuais com todas as informações importantes sobre as garrafas.

Logo, você consegue degustar composições extremamente saborosas e aprender ao mesmo tempo!

Curadoria personalizada

Além disso, a assinatura de vinho fornece uma curadoria muito dedicada para escolher as melhores garrafas para você.

Afinal, o objetivo desse tipo de serviço é criar um serviço personalizado e uma ótima experiência para os clientes.

Logo, os caçadores de vinhos são parte imprescindível dessa curadoria. Esses profissionais provam milhares de vinhos ao redor do mundo para selecionar aqueles que têm a maior chance de agradar ao seu paladar.

Descontos e eventos pra assinatura de vinho

Descontos e eventos especiais para quem faz assinatura de vinho

Por último, não podemos deixar de citar também as experiências exclusivas da assinatura de vinho. Muitos clubes costumam promover algumas ações e eventos exclusivos para os assinantes.

A experiência vai além da degustação e pode incluir descontos em restaurantes, cinemas e outras formas de lazer.

Então, para responder a sua pergunta: sim, vale muito a pena fazer uma assinatura de vinho!

Portanto, tudo o que você precisa agora é escolher o clube que mais combina com a sua personalidade e começar a aproveitar todas essas vantagens. Boa sorte!

Caso você ainda tenha dúvidas sobre o tema, deixe seu comentário no espaço abaixo. Aproveite também para compartilhar esse artigo em todas as suas páginas nas redes sociais!

Volte sempre que precisar e não deixe de conferir nossos outros artigos sobre essa bebida tão especial!

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A Cor do vinho: o que isso diz sobre eles

Você sabe o que as cor do vinho dizem sobre as bebidas? Para quem é apaixonado por esse universo, saber o que causa a coloração de cada garrafa é muito importante para conhecer as características da fabricação.

Dessa forma, fica mais fácil perceber as nuances de sabores e escolher as harmonizações certas. Então, sem mais delongas, vamos compreender melhor o assunto?

O que a cor do vinho dizem sobre eles?

Qual é a importância da cor do vinho?

O vinho tinto é um dos mais famosos ao redor do mundo. Sua coloração é um vermelho intenso, obtido por meio de componentes presentes na casca da uva.

Esses pigmentos são conhecidos como polifenóis. Por sua vez, seus dois principais grupos são as antocianinas e os taninos.

Esses componentes costumam ser extraídos durante a vinificação. Dessa forma, sua quantidade afeta diretamente na intensidade da coloração do vinho tinto.

A antocianinas costumam ser púrpuras, enquanto os taninos são mais alaranjados e amarelados. Dessa forma, eles são responsáveis também pela coloração dos vinhos brancos e rosés.

Porém, nesse caso, vale ressaltar que as cascas das uvas costumam ser retiradas. Logo, a presença dessas substâncias químicas é praticamente inexistente.

A coloração do vinho branco costuma ser mais intensa de acordo com o envelhecimento. Ou seja, o processo natural de oxidação e polimerização da bebida faz com que eles fiquem com suas cores características.

As cores de vinho também podem dizer muito sobre o sabor. Dessa forma, os vinhos mais avermelhados são conhecidos pelos sabores mais intensos. Já as colorações menos intensas costumam proporcionar um sabor mais suave.

O que procurar na cor do vinho?

Se você quer acrescentar a análise da cor em sua degustação, o ideal é servir pouco menos de um terço da bebida na taça. Então, incline o recipiente em uma superfície branca e sob a luz para que você possa ter uma ideia melhor da cor. Com isso, você pode analisar a cor de acordo com os critérios a seguir:

Vinhos tintos

Como já mencionamos acima, os vinhos tintos costumam ter a coloração vermelha intensa.

Com o tempo, a cor pode ficar mais suave, evoluindo de acordo com a escala púrpura/violeta, vermelho/rubi e granada/tijolo. Logo, a coloração mais suave indica um bom tempo de amadurecimento para consumo da bebida.

Vinhos brancos

Agora, no caso dos vinhos brancos, a coloração não é tão importante. O que você pode observar é a transparência e o brilho para perceber nuances no sabor e aroma da bebida.

Os vinhos brancos ficam mais escuros conforme o seu envelhecimento. Logo, eles podem apresentar a coloração amarela clara, amarelo mais próximo ao tom da palha, dourado e âmbar.

Vinhos rosados

Cor do vinho - saiba mais

Por último, não podemos deixar de falar também das cores de vinhos rosados. Nesse caso específico, a coloração nem sempre é um indicativo de sua idade e tempo de amadurecimento. Afinal, o vinho rosé geralmente é consumido muito jovem.

Portanto, as diferenças nas cores refletem o tipo de uva utilizado durante a sua fabricação. Além disso, o contato com as cascas da uva e com o carvalho também podem causar alterações que indicam a suavidade do sabor.

Geralmente, as cores do vinho rosé varião entre rosa, salmão e alaranjado.

Independente da cor, não há dúvidas de que uma boa garrafa de vinho pode melhorar qualquer ocasião. Então, comece a prestar atenção nessas diferenças para saber quais são as suas favoritas e montar a sua adega de acordo com o seu gosto pessoal. Boa sorte!

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Vinho branco: história, características e harmonização

Se você é apaixonado por vinho branco e quer entender mais sobre essa categoria, esse é o artigo certo para você! Seu sabor suave e as variedades de uvas com as quais ele pode ser produzido atraem pessoas com diferentes paladares.

Além disso, esse tipo de vinho é conhecido por harmonizações muito saborosas e que podem melhorar qualquer refeição!

Ao longo desse artigo, você vai conhecer todas as características do vinho branco, além de dicas de harmonização para degustar. Portanto, não deixe de ler até o final! Vamos começar?

Conheça melhor o vinho branco

As principais características do vinho branco são sua coloração dourada e o sabor com notas de frutas. Essas particularidades fazem com que ele seja bem recebido até mesmo por quem não tem o paladar aguçado para os diferentes tipos de vinhos.

A bebida pode ser fabricada a partir de uvas escuras ou brancas e tudo depende do modo de cultivo e as particularidades de cada região.

Por tratar-se de uma bebida com sabor mais suave, é recomendado que ele seja consumido em temperaturas mais baixas que o vinho tinto, por exemplo.

Nesta categoria, enquadram-se também os espumantes e champagnes. Geralmente, eles são produzidos a partir das mesmas variedades de uvas, sendo que a diferença é justamente a característica espumante.

Uma das uvas mais comuns na fabricação do vinho branco é a Chardonnay. Ela é cultivada na França, no Chile e em diferentes regiões próprias para as vinícolas.

Seu cultivo é relativamente fácil, caracterizando uma casta resistente e que rende muito. Os vinhos produzidos com essa casta são secos.

Além disso, é possível fabricar o vinho branco também com a Sauvignon Blanc, uma das mais populares ao redor do mundo.

No Brasil, ela é responsável pela maior parte da fabricação dos vinhos. No Chile, a situação é a mesma, apesar de a uva ser original da região de Bordeaux.

O vinho branco pode ser produzido também com uvas Chenin Blanc e Gewürztraminer. Por último, não podemos deixar de citar também a Moscatel, muito popular no Brasil, Austrália, França e Portugal.

Como harmonizar o vinho branco

Queijos frescos

  • O vinho branco harmoniza muito bem com queijos frescos, como é o caso dos seguintes exemplos:
  • Minas frescal;
  • Ricota;
  • Queiijo coalho e;
  • Mussarela de búfala.

Neste caso, o ideal é optar por Sauvignon Blanc ou até mesmo pelo vinho verde. Afinal, essas bebidas são conhecidas pelo aroma frutado e refrescante. Porém, elas contam ainda com uma certa acidez, o que contrasta muito bem com o sabor dos queijos.

Peixes e frutos do mar

Uma das harmonizações mais comuns do vinho branco é a combinação com peixes e frutos do mar. Isso porque a bebida quase não conta com taninos, combinando bem com a delicadeza dos peixes.

Massas e risotos

Só de falar em risotos combinados com vinhos já podemos sentir a água na boca, certo? No caso do vinho branco, o ideal é apostar em molhos a base de legumes para vinhos mais leves.

Agora, se você quiser uma bebida mais encorpada, aposte em molhos e ingredientes à base de frutos do mar.

Aves

As carnes brancas, como o frango, podem ser harmonizadas com bebidas como a Chardonnay. Além disso, o vinho rosé – que também pode ser enquadrado como branco – pode ser uma ótima opção nesse caso.

Ao final da refeição, você pode ainda harmonizar a bebida com doces de sabores suaves e amanteigados. Escolha finalizar com frutas, pudins ou cremes diversos para acentuar o sabor do vinho.

Caso você ainda tenha dúvidas sobre o vinho branco, deixe seu comentário no espaço abaixo. Aproveite também para compartilhar o artigo nas redes sociais.

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Como segurar taça de vinho durante a degustação

Você sabe como segurar taça de vinho? Ao degustar uma boa bebida, existem algumas diretrizes que foram repassadas ao longo do tempo com o intuito de melhorar a experiência de degustação.

Por mais que não sejam regras, essas indicações fazem toda a diferença na hora de beber o seu vinho favorito.

Ao longo desse artigo, você vai descobrir não apenas quais são as maneiras corretas de segurar taça de vinho, mas também quais são os recipientes próprios para degustar a bebida.

Dessa forma, você vai se tornar um verdadeiro especialista e revolucionar a experiência de forma geral!

Ficou curioso? Então não deixe de ler o artigo até o final!

Maneira correta de segurar taça de vinho

Como segurar taça de vinho corretamente

Por ser essa bebida tão especial, para aprecia-la como um todo sem perder nenhuma nuance de sabor é preciso estar atento a pequenos detalhes.

Desde a quantidade servida, nível de temperatura e tipos de taças. Então, se até o tipo de recipiente utilizado é importante, é claro que a forma de segurar a taça ao beber também seria relevante.

Você já deve ter percebido que, independente da boca da taça, sua haste é sempre fina e resistente, correto?

E não é por menos! Elas são produzidas neste formato justamente para que você consiga segurá-las, com segurança, pela haste.

Isso porque nossa mão, em contato com o vidro, pode acabar aquecendo a bebida dentro da taça.

Independente de se o vinho é indicado para o consumo em temperatura ambiente ou gelado, nossa mão pode fazer com que o líquido fique quente e desagradável.

Além disso, segurar taça de vinho pela haste evita que você suje o bojo da taça. Dessa forma, a degustação do seu vinho favorito fica muito mais limpa e elegante.

Vale lembrar que segurar pela haste não é regra. Porém, essa é a maneira correta se você quiser preservar as características de cada bebida e aproveitar a degustação como um profissional.

Agora só para complementar o artigo vamos aprofundar um pouco sobre os diferentes tipos de taças que existem e qual a sua função.

Entenda as diferenças entre as taças de vinho

Taça Bordeaux

Como segurar uma taça de vinho

O bojo grande e a boca fechada são as principais características da taça Bordeaux. Ambas as particularidades fazem com que este seja o modelo ideal para vinhos encorpados e com taninos fortes.

 Por exemplo, o Cabernet Sauvignon fica mais saboroso ao ser consumido em uma Bordeaux.

Isso porque o modelo ajuda a concentrar o aroma do vinho. Logo, a primeira região a entrar em contato com a bebida é a ponta da língua.

 Consequentemente, os sabores mais doces são acentuados e destacados pela taça. Além do Cabernet, invista também em Merlot, Tannat e Syrah.

Taça Borgonha

Borgonha- como segurar taça de vinho

Por outro lado, a taça Borgonha também pede um jeito específico de segurar taça de vinho. Isso porque seu design é parecido com um balão, com bojo e boca maiores que o comum.

Logo, segurá-la pode parecer mais difícil. Mas, não se preocupe! O modo que ensinaremos em seguida facilita muito a tarefa.

O formato de balão facilita o contato do vinho com o ar. Além disso, a taça direciona o vinho diretamente para o centro da língua.

Nesse caso, aromas e sabores mais ácidos, como os do Pinot Noir, são suavizados.

Taça de vinho branco

Taça para vinho Branco

O vinho branco é um dos favoritos das pessoas ao redor do mundo. Por isso, ele também conta com uma taça específica para melhorar a experiência de degustar uma boa leva de uvas.

A taça própria para esta versão da bebida conta com seu bojo e comprimento menores que as duas versões apresentadas anteriormente.

O formato compacto faz com que a quantidade de vinho servida seja menor. Dessa forma, a temperatura é preservada para o consumo do vinho branco ainda gelado.

Taça de vinho rosé

Taça para Vinho Rose

Além de saber como segurar taça de vinho, é muito importante também entender as particularidades de cada recipiente.

 Assim como no caso do vinho branco, a preservação da temperatura do vinho rosé também faz toda a diferença na hora de servir.

Se você colocar a bebida em uma Bordeaux, por exemplo, ao final do consumo a bebida já estará quente e não tão saborosa.

Para evitar isso, foi criada a taça para vinhos rosés. Nesse caso, elas são pequenas, como as de vinho branco, mas têm um bojo maior.

Portanto, a bebida entra em contato com o ar e seu aroma é preservado com mais facilidade.

Taça ISO

Taça ISO

A taça ISO se popularizou muito nos últimos anos. Afinal, ela segue um padrão de qualidade ideal para estabelecimentos, como adegas, locais de degustação, redes de restaurantes, hotéis e etc.

Além disso, ela também pode ser encontrada com facilidade nos mercados e é própria para o consumo doméstico.

Apesar de ter o formato padronizado, esse tipo de taça é bastante versátil. Então, se você não quer gastar dinheiro com muitos recipientes, opte por essa versão.

Taça de espumantes

Antes de falarmos sobre como segurar taça de vinho, não podemos deixar de citar também as taças para espumantes.

O formato clássico ajuda as bolhas da bebida a se formarem mais rapidamente, além de preservar a temperatura para o consumo gelado.

Taças para Vinho sobremesa

Por último, temos ainda as taças pequenas para o consumo do vinho de sobremesa. Como seu sabor é bastante doce e o consumo em excesso não é recomendado, as taças pequenas são a melhor forma de degustar.

Além disso, seu formato permite que o líquido seja sentido pela ponta da língua, ressaltando o açúcar da composição. Logo, elas contam com bojo menor e boca fechada para “afunilar” a bebida.

Caso você ainda tenha dúvidas sobre o tema, deixe seu comentário no espaço abaixo. Aproveite também para compartilhar esse artigo em todas as suas páginas nas redes sociais. Até a próxima!

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Vinhos chilenos: aqui tem curiosidades pra você

É muito difícil ser um amante dessa bebida e não conhecer os vinhos chilenos. Afinal, a região é conhecida por fabricar algumas das mais deliciosas garrafas ao redor do mundo.

Tanto é que o Chile já se tornou um dos mais importantes produtores na América Latina!

A colonização europeia no país foi um dos fatores que mais contribuíram para a produção de vinhos. Ao longo do tempo, sua qualidade melhorou cada vez mais!

Então, se você quer saber mais sobra a produção de vinhos nas diferentes regiões do Chile, esse é o artigo certo para você! Vamos começar?

Veja em quais regiões são produzidos os vinhos chilenos:

Regiões produtoras de Vinho Chilenos

Aconcágua

Com alta altitude e próximo à Santiago, Aconcágua conta com clima estável e baixas chances de geada. Logo, os vinhos produzidos nesta região costumam ser Cabernet Sauvignon, Syrah e Sauvignon Blanc.

Maipo

Já o Vale Maipo conta com produção de diferentes variedades de uva. É o caso também das uvas citadas acima, mas incluindo ainda a Carménère, Merlot e Chardonnay.

Essa é uma das principais regiões para os vinhos chilenos. As temperaturas são mais altas ao longo do dia, porém as noites costumam ser mais frias.

O seu solo conta com muitas rochas e drenagem livre, o que faz com que as uvas se esforcem mais para conseguir água. Dessa forma, as fabricações da região são menos ácidas e com menos açúcar.

Vale Rapel

Além disso, não podemos deixar de citar também o Vale Rapel. Com tempo seco e temperaturas mais altas que as demais regiões, a maioria dos vinhos produzidos por lá são tintos.

Essas são apenas algumas das principais regiões famosas pela produção do vinho chileno. Agora, vamos falar um pouquinho mais sobre as particularidades das uvas cultivadas no país.

Uvas utilizadas nos vinhos chilenos

Cabernet Sauvignon

Cerca de 38% do total das uvas cultivadas para a produção dos vinhos chilenos é Cabernet Sauvignon. Por isso, esse é um dos grandes destaques dos rótulos do país.

Geralmente, esse tipo de vinho costuma ser mais leve e com taninos mais suaves. É possível ainda entrar toques de frutas negras e diferentes especiarias, como é o caso da pimenta.

Sauvignon Blanc

Já a Sauvignon Blanc é a uva mais utilizada para fabricar vinhos brancos do Chile. Ela é destaque da região de Casablanca e costuma produzir vinhos com toques de limão, pêssego e toranja.

Vale a pena ressaltar ainda o seu estilo maduro e um final de sabor mais prolongado.

Carménère

Carmenere - Vinhos Chilenos

A Carménère está se popularizando cada vez mais como preferência nos vinhos Chilenos. Inicialmente, ela foi confundida com a Merlot. Porém, é importante ressaltar seu sabor de frutas negras e o corpo mais leve e suculento.

Essa é uma das uvas mais valiosas da região e costuma produzir rótulos gastronômicos.

Chardonnay

Ao redor do mundo, a Chardonnay é uma das favoritas dos amantes de vinho. Logo, no Chile isso não poderia ser diferente. As uvas produzidas na região apresentam toques de frutas tropicais, além de notas de abacaxi, pêssego e limão.

Syrah

O clima do Chile é muito favorável ao cultivo da Syrah. Dessa forma, os vinhos chilenos podem apresentar notas de frutas vermelhas e negras, com caráter mais elegante que as demais fabricações.

Pinot Noir

Vinhos Chilenos - uva Pinot Noir

Por último, a Pinot Noir produz vinhos com toques de ameixa, cereja preta e pimenta. Seus aromas florais são um dos grandes destaques das produções, além da baixa concentração de taninos.

Independente de qual é a sua preferência, não há dúvidas de que existem vinhos chilenos que não podem faltar na sua adega. Então, que tal encontrar os seus rótulos favoritos agora mesmo e começar a degustar?

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Tipos de vinho: aqui tem muitas curiosidades pra você

Existe uma grande variedade de tipos de vinho no mundo e que são produzidos em diversos países em uma infinidade de tipos, aromas e sabores.

O clima, a escolha do terreno e das uvas têm um papel muito importante. Mas há algo que é determinante na formação das peculiaridades de cada vinho, e isto é a escolha da técnica para o processo de produção do vinho.

E isto gera uma variedade de estilos, cores e gostos que todos nós, amantes de vinho, devemos procurar conhecer.

Entretanto, esse universo do vinho possui um status, e muitas vezes o preço alto. Mas embora existam vinhos a preço de carros populares, é possível encontrar vinhos excelentes com preços acessíveis.

Por isso é importante conhecer e entender os detalhes que fazem toda diferença na hora da compra. Seja em um restaurante ou na hora de preparar aquele jantar pra lá de especial.

A maioria das cartas de vinho parecem estar escrito em outro dialeto, coisas que não ajudam aos iniciantes. Então vamos aprender um pouco sobre isso?

Tipos de vinho pela coloração

Cores e os Tipos de Vinho

A cor pode ser criada pela variedade de uvas utilizadas na elaboração da bebida e também pela maneira como o vinho é produzido.

Nas cascas contêm uma grande quantidade de pigmentação que é responsável por boa parte da cor final do vinho poduzido.

Vinho Branco

São produzido com uvas brancas na maioria dos casos, mas também podem ser feitos com uvas coloridas ou tintas, tendo suas cascas retiradas antes do momento de fermentação.

Vinho Tinto

Como você já deve ter imaginado, o vinho tinto é produzido com as cascas de onde vem boa parte da coloração característica. A intensidade da cor varia de acordo com o tipo da uva utilizada.

Na produção do vinho tinto, após serem colhidas, as uvas são prensadas para formação do mosto que é transferido para o tanque de fermentação.

A maneira como cada etapa deste tipo de vinho é feita definirá quais serão as características do vinho produzido.

Vinho Rosé

O vinho Rosé é produzido com as uvas tintas, porém o vinho fica menos tempo em contato com as cascas na fermentação, dando um tom mais leve e rosado ao vinho.

Entre os tipos de vinho Rosé temos os leves e os encorpados. Geralmente são encontrados no mercado sendo eles secos e sem açúcar evidente.

Os leves se aparentam com vinho branco, com coloração suave entre cereja claro e salmão. São bonitos e bem refrescantes. Podem ser servidos sozinhos ou acompanhado de pratos de verão.

Os encorpados tem cores mais intensas, maior teor alcoólico e mais peso ao degustar. Esses são excelentes para acompanhar carnes brancas, grelhados ou cozidos e vegetais.

Temos um artigo inteirinho sobre o vinho rosé, então se você se interessou da uma passadinha lá e fique por dentro de todas informações.

Outras variáveis são

Espumante - tipos de Vinho

Espumante

Produzido com o auxílio do dióxido de carbônico gerado pela fermentação da uva. Este vinho é feito a partir de diferentes tipos de uvas finas.

As diferentes tipificações do espumante se dá pelo tipo de fermentação. Vamos ver dois deles:

Asti é um método em que o gás é resultado de apenas uma fermentação natural das uvas moscato. Apresenta baixo teor alcoólico e bem mais adocicado.

Já o método Charmat o vinho passa por duas fermentações. Sendo a primeira naturalmente e na segunda é adicionado uma solução com nutrientes e leveduras então realiza-se uma nova fermentação em grandes tanques de Inox.

Ele tem mais complexidade e mais estrutura em relação ao anterior.

Vinho Sobremesa

A variedade neste tipo de vinho é grande e são bastante distintos. Mas a principal característica entre eles é que apresentam doçura mais intensa e mais concentradas.

Isso acontece porque são produzidos a partir da colheita tardia. Isso significa que eles são produzidos com uvas no período pós maturação que são ricas em açucares, sendo fermentados parcialmente para que a doçura seja presente.

No podridão nobre ou botrytizados o vinho sobremesa é produzido por uvas que foram atacadas por fungos, tidos em climas como manhas úmidas e tarde quentes e secas.

Quer saber mais sobre essa doçura? Então de uma olhadinha no nosso artigo específico desse tipo de vinho.

Algumas características que diferenciam os tipos de vinhos

Acidez

O tanino que é um componente químico presente no vinho que atua na longevidade e no sabor da bebida, também são responsáveis pela sensação de secura na boca.

Propriedade que é transferida para o vinho através de cascas, sementes e engaços das uvas. Mas o contato com a madeira nos barris de carvalho também podem ressaltar o tanino.

Eles ainda são responsáveis pelo processo de envelhecimento em todos os tipos de vinho, possibilitando-lhe maior estrutura.

Porém os vinhos com teor mais alto em taninos, podem não são tão bem avaliados como aqueles que possuem taninos equilibrados.

Álcool

É formado por meio da levedura do açúcar natural que existe no suco de uva. Assim passa pelo processo de fermentação até alcançar o teor alcoólico desejado.

Porém quando o desejo é produzir tipos de vinho fortificado o álcool pode ser adicionado a bebida.

O álcool é o principal responsável por criar as gotas que escorrem no interior da taça, as chamadas lágrimas do vinho. Quanto maior o nível de álcool mais quente ele irá parecer ao paladar e mais encorpado será.

O corpo do vinho

Esse assunto tem relação com a densidade que a bebida carrega, sendo perceptível pela sensação na boca ao provar o vinho.

Um exemplo para ilustrar essa diferença é o leite integral, o desnatado e o semidesnatado. Assim também é com o vinho ele pode ser um liquido mais espeço ou menos.

Entre os diferentes tipos de vinho, os principais fatores que promovem essas variações estão: a concentração de uva, o envelhecimento nos barris de carvalho, os níveis de álcool, quantidade de açúcar, dentre outros.

A doçura

No momento do processo de fermentação do vinho a levedura consome o açúcar natural no suco da uva e quando todo açúcar é consumido estas mesmas leveduras morrem

Desta forma é determinada a doçura dos vinhos, isto é, pela quantidade de açúcar que permanece na bebida depois da morte das leveduras.

Os tipos de Vinho também podem ser

Tipos de Vinho

Vinhos Fortificados

Sua principal característica é que esse tipo de vinho é interrompido no processo de fermentação pela adição de aguardente vínica. O que gera o aumento do álcool permitindo a doçura no vinho.

Exemplos: Jerez, Vinho do Porto e Vinho Madeira

Vinhos Passificados

Produzidos com uvas maduras, que são colocadas para secar após serem colhidas. Isto permite conseguir maior concentração de açucares no vinho.

Viu só, quanta diversidade nesse universo maravilhoso? Agora você terá mais familiaridade com os termos utilizados nos rótulos de vinho e certamente terá mais facilidade ao escolher sua garrafa preferida!

Então ficamos por aqui, esperamos ter conseguido sanar suas dúvidas. Caso ainda queira saber mais sobre os tipos de vinho veja nossa catálogo de artigos com os mais diversos tipos de vinho.

Se você gostou deixe seu comentário abaixo. Sentimos muito felizes e honrados por ter você por aqui, volte sempre, pois toda semana temos novos artigos!

Até a próxima!

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Vinho verde: características e harmonização

Quando falamos em vinho verde, é comum que as pessoas pensem nele com uma bebida de coloração esverdeada. Porém, a primeira coisa que você deve saber sobre ele é que a nomenclatura está relacionada ao local onde ele é produzido!

Ou seja, o vinho verde pode ser rosado, tinto, branco ou até mesmo um espumante. O que importa é que ele seja fabricado em uma região específica de Portugal.

Ao longo desse artigo, você vai saber mais sobre o delicioso vinho, quais são as suas características principais e como é possível harmonizá-lo para tornar a degustação ainda mais saborosa. Então não deixe de ler até o final para se tornar um especialista no assunto!

Vamos começar?

O que é o vinho verde?

Como mencionamos acima, o vinho verde é produzido exclusivamente em uma região específica de Portugal: o noroeste. Sua fabricação é tão especial para a região que, em 1908, ela ficou conhecida como Região Demarcada dos Vinhos Verdes. Ou seja, a bebida só consegue suas características específicas quando produzida por lá.

A área de produção fica entre as margens do Rio Ninho e o Rio Douro, ao sul do país. Essa faixa conta com clima úmido e solo de origem granítica.

Essas condições são ideais para a produção de vinhos leves e elegantes. Além do vinho verde, ela também é conhecida por produzir vinhos brancos e espumantes.

As principais características desse vinho são a sua leveza, frescura vibrantes e notas frutadas e florais. Eles podem seguir diferentes colorações, como por exemplo:

Verdes brancos

vinho verde - Branco

Os vinhos verdes brancos contam com coloração entre o citrino e os tons de palha. São conhecidos por apresentarem uma acidez mais intensa do que as outras versões, com aromas frutados e florais mais acentuados.

Apesar dessas características mais “robustas”, eles ainda são leves e frescos, muito harmoniosos ao paladar.

Verdes rosados

Já os rosados contam com aromas mais jovens, apresentando toques de frutas vermelhas que deixam o vinho mais doce. Eles são uma ótima pedida para quem gosta do vinho rosé tradicional.

Verdes tintos

Assim como os tintos produzidos com outras castas de uvas, os verdes dessa categoria contam com coloração intensa, mais puxada para o vermelho. Os frutos silvestres são a característica sensorial mais marcante dessa bebida, com acidez, frescor intenso e sabor e aroma incríveis.

Verdes espumantes

Vinho verde - Espumantes

Por último, temos também o vinho verde espumante. Por sua vez, eles são conhecidos por manter as características da categoria, com frescor aromático e ideais para serem consumidores em temperaturas mais baixas.

Os espumantes costumam ser mais doces devido à concentração de açúcar residual. Logo, são perfeitos para paladares que não estão acostumados com a intensidade do vinho tinto, por exemplo.

Agora que você já sabe um pouquinho mais sobre o vinho verde, vamos falar sobre as possibilidades de harmonização.

Como harmonizar o vinho verde

Como um bom amante de vinhos já sabe, a harmonização é uma etapa muito importante da degustação. Afinal, a combinação com os pratos errados pode prejudicar o sabor e aroma da bebida e vice-versa. Logo, a escolha da refeição não deve ser feita de forma leviana.

A acidez é uma característica muito marcante dessa bebida. Portanto, a primeira coisa que você deve ter em mente é que ela deve ser servida com temperaturas mais baixas para “controlar” essa acidez. Portanto, vale a pena regular a temperatura da sua adega ou até mesmo deixar a garrafa na geladeira algumas horas antes do consumo.

Em seguida, escolha um prato que valorize essas características individuais do vinho. Você pode optar por peixes de água salgada ou frutos do mar para combinar bem o sabor da bebida.

Além disso, ele combina muito bem com pratos portugueses. Então, uma boa pedida é a bacalhoada, com seu sabor salgado quebrado pelo toque ácido e levemente doce do vinho verde.

Você pode optar também por pratos como os risotos de frutos do mar, saladas, quiches e suflês de salmão. Pratos orientais, como o sushi, também combinam muito bem com o vinho.

Depois de todo esse artigo, até deu água na boca, não é? Então, prepare-se para escolher harmonizações deliciosas e se aventurar pelos sabores marcantes do vinho verde!

Caso você ainda tenha dúvidas sobre o assunto ou queira compartilhar dicas de harmonização com os nossos leitores apaixonados por vinho, deixe seu comentário no espaço abaixo.

Aproveite também para compartilhar o artigo nas redes sociais.

Até a próxima!

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Vinho do Porto: peculiaridades e harmonização

Universalmente aclamado, o vinho do porto é uma iguaria sem par. Tanto para degustação quanto para combinação com outros diversos sabores.

Corresponde a um legado de Portugal para o mundo. E, por isso, é tradição deste povo tão conectado ao nosso.

Hoje, conversaremos a respeito deste vinho tão especial e suas características. Ainda, traremos um pouquinho de sua história, tipos e harmonizações ótimas.

Do conforto de sua casa, viaje conosco para as terras ibéricas e descubra o vinho do porto. Será um prazer dividir tudo isso contigo.

O que é o vinho do porto

Rio Douro

De uma maneira bastante simples, vinho do porto é uma determinação de origem. Diz respeito aos vinhos produzidos no Douro, ao norte de Portugal.

Todavia há, ainda, um fator interessantíssimo a seu respeito. Ele recebe a adição de aguardente vínica antes de engarrafado. Assim, torna-se licoroso e com maior teor alcoólico.

Assim, um vinho o qual possua fermentação e destilação e tenha sido produzido na região do Douro, é um vinho do porto.

E fique claro: mesmo que haja o corte com aguardente vínica, mas a produção seja em outro lugar, não é do porto. Temos, por exemplo, o vinho da madeira que ilustra isso bem.

Ainda que possua estrutura fundamentalmente idêntica, a origem é diversa. Como a determinação é localizada, ele não integra o gênero. Tudo bem?

A história

O reino de Portugal enfrentou diversos contratempos econômicos. Guerras, fim da exploração das colônias, endividamento. Vários fatores obrigaram-no a buscar alternativas viáveis de manutenção.

Naquele então, o vinho francês era tido como a máxima expressão da qualidade. Para disputar espaço no consumo europeu, Portugal precisaria se diferenciar.

Conflitos entre Inglaterra e França, então, geraram a oportunidade perfeita: Portugal selou acordo de exportação. Os ingleses passaram a amar o vinho lá produzido.

Porém, por questões climáticas e de volume, cargas perdiam-se. Assim, surgiu a ideia de acrescentar a aguardente vínica, para estabilizar o produto.

Nasceu, assim, o que hoje apreciamos tanto: o famosíssimo e aclamado vinho do porto.

Desde lá, diferentes técnicas deram origem a diversificações interessantes. Hoje, contamos com vários estilos, indo do extrasseco ao super doce.

Nem todo vinho do porto é doce

Todo Vinho do porto é doce?

Embora associemos esse vinho à doçura, nem sempre é assim. Fatores como oxidação, no preparo, são responsáveis por variedades bastante tânicas, sem qualquer traço de frutose.

Por isso, antes de comprar um vinho do porto, é importante conhecer seus estilos. Assim, surpresas desagradáveis são evitadas. A experiência torna-se mais proveitosa e gratificante.

Conhecendo as variedades

Como já dissemos, há vinhos do porto de extrassecos, com altíssima adstringência, a super doces, frutados e refrescantes. Mas as variedades não se encerram aí.

O método de corte, a preservação ambiental e, mesmo, a troca de tonéis contribuem para a diversificação.

Entre os tintos, temos, de forma mais geral, o Tawny e o Ruby. Falemos mais a respeito deles adiante. Porém há, também, o vinho do porto branco e o vinho rosé, desta natureza.

Ainda, podemos dividi-lo em duas categorias em safrado e blend. O primeiro, obviamente, é resultado de uma safra específica, com data e sem misturas.

Já o vinho do porto em blend nasce da mistura de diferentes safras em diversas barricas. Ao final do processo, com o corte, há a categorização. A média de idade de todos vinhos a define.

Tawny e Ruby: os tipos mais comuns de vinho do porto

O que define se um vinho do porto é tawny ou ruby é seu envelhecimento. Mais especificamente, o papel dos gazes atmosféricos neste envelhecimento.

A grande questão repousa na influência do oxigênio no processo de amadurecimento do vinho do porto. Em contato com o mosto, o gás promove a oxidação, que o altera estruturalmente.

Assim, um vinho que envelheceu sofrendo trocas de barricas e exposição ao ar, amadurece mais cedo. A oxidação acontece já antes do engarrafamento.

A este vinho, que teve contato com o ar no período de barricas, chamamos tawny. Desde jovem, já é um vinho pronto para o consumo.

Por isso, desde o instante em que é disposto nas garrafas, já pode ser consumido. Não há prejuízo algum de odor, paladar ou textura. Não demanda, então, envelhecimento na adega.

Já o vinho mantido sem contato com o ar, chamamos ruby. Do tonel lacrado, ele é engarrafado imediatamente. A oxidação apenas inicia-se depois do engarrafamento.

Desse modo, tomar um vinho do porto ruby imediatamente não é recomendado. Ele deve ter sua garrafa guardada, preservada, para que amadureça. Nele, os anos são determinantes.

A experiência, assim, torna-se perfeita depois de bons pares de anos. Especialmente quando falamos do vinho do porto vintage. Ele suporta até meio século envelhecendo na garrafa.

Harmonizando o vinho porto

Harmonização - Vinho do porto

Harmonizar o vinho do porto não é tarefa difícil. Basta conhecermos se o que degustaremos é jovem e fresco ou se tende mais para a adstringência.

Em vinhos secos do porto e extrassecos, a lógica empata a dos vinhos comuns secos. E o mesmo vale para o vinho do porto rosé e as variações brancas.

Todavia, ao lidar com o vinho do porto tawny, ruby e vintage, há certas combinações especiais.

Em geral, o vinho jovem e fresco remete ao verão, noites quentes e diversão. Por isso, pode perfeitamente combinar com frutas frescas, secas e oleaginosas.

 Não é incomum ver o vinho do porto vintage, como outros ruby, harmonizado com nozes, amêndoas e afins. E, também, vale ressaltar os queijos fortes, como os azuis.

Todavia, mesmo soando diferente do esperado, o vinho do porto tawny combina perfeitamente com doces de pouco açúcar. Especialmente os que levam chocolate.

Assim, sobremesas como trufas, musses ou com ganaches meio amargos caem perfeitamente bem.

E o melhor sempre é experimentar. Por isso, não resista: renda-se aos prazeres desse vinho maravilhoso e apaixone-se por seus aromas, sabores e sensações.

Até a próxima

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Queijo e Vinho: dicas para acertar na combinação

Desde que o mundo é mundo, queijo e vinho resultam em experiências impagáveis. A tanicidade e o amargor promovem sensações as quais são impossíveis de se descrever.

Mas nem tudo são flores, quando tentamos combinar sabores e texturas, não é mesmo?

Justamente por isso, preparamos esta matéria especial para você fazer bonito!

Seja no encontro romântico ou na recepção de amigos, estes dois farão toda a diferença! Basta reconhecer nossa intenção e, a partir dela, trabalhar na busca pela perfeição.

E pode contar conosco! Será um prazer guiar você nessa viagem pelo mais fino que o paladar pode oferecer. Você nos acompanha? Então, tintim!

Inverno é tempo de queijo e vinho

Inverno tempo de queijo e vinho

Baixas temperaturas são convite para unir queijo e vinho. Justamente por isso, a combinação impera gloriosa durante o inverno.

Ocorre que, neste período, ficamos muito mais dispostos a sabores fortes e marcantes. Ainda, nossas reuniões rendem-se à intimidade, em cantinhos quentes e aconchegantes.

Não à toa, casas de fondue ficam repletas de casais e famílias, no inverno. E, nelas, queijo e vinho não perdem em nada para os drinks doces e mergulhos de morango em chocolate.

Contudo a harmonização deve ser precisa, se buscamos uma experiência ímpar. E, para isso, conhecer as estruturas da construção do paladar torna-se irremediável.

Vejamos, então, como combinar queijo e vinho com maestria. Orientaremos as recomendações pautando-nos nos queijos, tudo bem?

Unindo queijo e vinho para uma noite especial

O planejamento de uma experiência queijo e vinho determina o sucesso da empresa. Possuir opções é tão importante quanto combinar bem o paladar.

Assim, recomenda-se montar de quatro a sete alternativas. E, óbvio, não é obrigatório que todos os presentes desfrutem de todas, tudo bem?

Objetiva-se, com isso, agradar às mais diversas preferências. Desse modo, quanto mais convidados, mais opções fazem-se necessárias.

No entanto, tratando de uma experimentação a dois, pode-se evitar o exagero sem culpas. Especialmente quando já se conhece as preferências de sua companhia.

E, sim: todo queijo é divino, e promove sensações e sabores maravilhosos. Mas lembre-se que o evento de degustação de queijo e vinho requer requinte e sofisticação.

Por isso, dentre as alternativas, focaremos no que há de melhor. Tudo isso, claro, sem abrir mão da acessibilidade. Não queremos que as sugestões te sejam um tormento, tudo bem?

Trabalharemos, assim, com queijos finos, porém disponíveis em praticamente todas as cidades.

Já quanto aos vinhos, mais que rótulos, ofereceremos orientações de uvas e preparos. No fim, você terá todos os passos a seguir, mas continuará com autonomia para escolher. Combinado?

A harmonização de queijo e vinho de forma prática e funcional

Há algo que me sinto obrigado a informar: apresentaremos um compêndio dos estudos da enologia, com relação a esta harmonização.

Entretanto jamais sinta-se intimidado por pensar diferente. Gostos são gostos. Cada pessoa possui o seu. Por mais que apresentemos o comum, você tem a chave para criar suas próprias harmonizações.

Nisso, importa pensarmos nos dois elementos imperativos destas convenções: queijo e vinho, mas separadamente.

Quanto ao queijo, não há muito a debater. Via de regra, bons queijos custam mais caro. Afinal, os processos que envolvem sua fabricação são produto de milênios de estudo.

Já sobre o vinho, temos que falar um tantinho. Porque, infelizmente, este produto sofre bastante com a questão das “marcas”.

Nisso, bons vinhos podem custar relativamente pouco, enquanto vinhos meramente “OK” custam caro. A diferença repousa, nestes casos, no marketing envolvido.

Assim, por mais que sites e especialistas recriminem uma adega, respeite seu paladar. Se o vinho de R$ 35,00 te parece excelente, confie em seus sentidos.

Pessoalmente — e longe de qualquer propaganda —, Concha y Toro e sua linha especial Casillero del Diablo roubam todos meus quereres.

E falamos de um vinho relativamente barato. Porém que não perde em nada para outras marcas que custam muito mais.

Digo isso tudo para reforçar que não há regras, quando há uma só: a satisfação de quem prova o jantar a queijo a vinho. Ouse, experimente e não pare por nada, tudo bem?

Falando de queijos, e comentando os vinhos

Mais que dizer “compre este e este”, trataremos queijo e vinho por generalizações. E, embora perigosas, elas servirão para garantir sua liberdade, ao experimentar.

Afinal, conseguir o sucesso ao unir queijo e vinho não é algo automático. Não se trata de algo que se consegue lendo um simples manual.

Você, com tentativas e, eventualmente, erros, pegará a receita da prática. Quem disser o contrário — sinto informar — estará mentindo. E não queremos isso.

Assim, passemos a considerar as categorias de queijos. Com base nisso, apontaremos vinhos ótimos e excelentes, que combinarão perfeitamente com eles.

Comecemos, assim, com os queijos curados duros — particularmente, meus favoritos.

Harmonizando queijos curados duros

harmonizando queijo e vinho

Curados são os queijos que, durante o envelhecimento, recebem banhos e infusos que o reestruturem.

Normalmente, falamos de queijos que dependem de meses — ou anos — até estarem aptos para o consumo em sua máxima expressão.

Entre eles, ouso indicar os que seguem:

  • Parmesão: príncipe dos queijos curados;
  • Grana Padano: duro, semigordo e com textura granulosa;
  • Gruyère: um presente da suíça para o mundo;
  • Entre outros.

Dos três, definitivamente, o parmesão mostra o mais acessível. Pode ser adquirido às peças ou, com custo mais atraente, em fatias de, mais ou menos, um quatro de quilo.

Falamos de um queijo que beira o salgado, robusto e marcante. Quanto à textura, é seco, chegando, mesmo, a esfarelar-se, ao corte.

Aqui, há dois caminhos a seguir. O primeiro diz respeito à explosão, e pede o frio e conforto. O segundo, mais despojado, busca compensar o extremo, atingindo uma harmonia mais branda.

Confesso que o primeiro caminho é ousado e, para muitos, pouco atraente. Dentro da enologia, inclusive, é pouco recomendado. Mas deixo como um “talvez”, para que você prove.

Nesse caso, a união do parmesão com um vinho Carménère elevaria tudo ao ápice. A robustez de ambos digladiaria por espaço, provocando sensações mais pesadas e extenuantes.

Porém, dentro da tradição, o parmesão ganha mais intensidade se servido junto a um requintado vinho rosé forte. O frescor da bebida permitirá, assim, experiência mais prazerosa.

Há quem admita o parmesão servido com espumantes finos e, mesmo, vinhos brancos. Recomenda-se, assim, nesta perspectiva, pouquíssima adstringência, dando espaço à fruta.

No caso de queijos azuis

Dicas para combinar queijo e vinho

Tratando dos queijos azuis, Roquefort e Gorgonzola são imediatos, à mente.

Mesmo provindos de diferentes animais (já que o Roquefort é um queijo de cabra), promovem experiência similar.

Falamos de queijos quebradiços, de massa cremosa e com sabor verdadeiramente petulante. Tanto que, nos pratos em que são inseridos, são perfeitos ladinos.

Lidando com essas características, a obviedade se torna rainha. Assim, nada empata a harmonização dos queijos azuis com espumantes e vinhos doces, de mesa.

Há, desse modo, o alívio do paladar e o estresse, combinados em instantes.

Neste caso, em especial, o vinho do porto ganha importância. Sua suavidade marcante cabe perfeitamente bem como complemento da experiência.

Tratando dos queijos semiduros

Os semiduros são primos próximos dos curados duros. Levemente curados, mantêm um aspecto menos rígido, embora governem com seu sabor.

Nesta categoria, torna-se impossível não citar o queijo canastra à meia-cura. Um queijo brasileiríssimo, um tanto ácido, e repleto de sabor.

Do mesmo modo, brigando pelo que nos pertence, somos obrigados a apontar o queijo do reino. Com sua casquinha característica e tempero forte, seu lugar à mesa deve ser sempre presente.

Quanto a estes queijos — e una-se o Golda, embora não seja “nosso” —, espumantes são indispensáveis.

Torna-se possível, também, adotar outros vinhos, mesmo tintos. A única dica é: evite tanicidade a todo custo. Na dúvida, adote um rosé jovem e bastante frutado.

Curados cremosos

 Os queijos curados e cremosos podem ser solução ou problema, numa prova de queijo e vinho. Mas, com o entendimento perfeito, o prazer torna-se incalculável.

Falamos, aqui, da ricota, do frescal e do cottage. Todos muito suaves, discretos e inefavelmente elegantes.

Ocorre que, nestes casos, a prudência pode jogar contra nós.

Assim, mesmo sem consenso, apostar no exagero pode resultar numa explosão sensorial. Por tal, que tal uni-los a um vinho pesado, gravemente tânico e encorpado?

Experimente, então, estes queijos com um belíssimo e nobre Shiraz. Tenho certeza que a experiência será ímpar!

Encerrando com o Brie

O queijo Brie é a menina dos olhos, dentre os queijos cremosos curados. Muitos são os degustadores que, instantaneamente, remetem seu sabor a oleaginosas.

Há algo, em sua maciez e candura da casca, uma menção tácita ao celeste e angelical.

Por isso, não é incomum que o sirvamos com vinhos brancos de mesa ou espumantes médios. Porque tudo torna-se calmo, ameno, quando o saboreamos.

Todavia, se pretende inserir um tinto na sua degustação, tudo bem! Apenas atente-se à adstringência, buscando que seja mínima.

Encerrando, esperamos ter ajudado você a realizar a noite de queijo e vinho dos seus sonhos. Com experiência, e seguindo nossas dicas, seu sucesso é garantido.

Foi um prazer gigantesco dividir experiências e conhecimentos com você.

Volte sempre! Adoramos ter você por aqui!

Até mais!

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Vinho rosé: história, características e harmonização

Com sua delicadeza e versatilidade, o vinho rosé vem ganhando adeptos pelo mundo todo. E não importam seu gosto: o rosé ganhará, com certeza, um espaço em sua mesa.

Hoje, conversaremos sobre as principais características deste vinho. Ainda, conheceremos seu surgimento e, claro, harmonizações excelentes para ele.

Que tal aproveitar este dia na companhia de um vinho rosé? Tenho certeza que você se apaixonará!

Vamos juntos?

Nem branco nem tinto: o que é o vinho rosé

Vinho Rosé -

Como sabemos, a carne das uvas é basicamente da mesma cor: um verde claro translúcido. E isso independe de sua espécie, se escuras ou verdes.

Porém também sabemos que há vinhos tintos e brancos. E, na enologia, é pecado mortal usar corantes ou qualquer tipo de pigmento estranho às uvas.

E então? Por que há essa distinção de cores entre os tintos e brancos? E o que seria, nessa questão, o vinho rosé?

Simples: a coloração e matização dos tintos dá-se pelo contato do mosto com as cascas da uva. Quanto maior a permanência, mais encorpados e escuros serão.

Assim, por essa lógica, o vinho rosé tem um contato curto com as cascas. Não passa de algumas horas. A transferência de coloração ocorre de modo brando, e há leve mudança estrutural.

Justamente por isso esse vinho recebe este nome: trata-se de uma bebida fina, fresca, mas com tanicidade ainda presente.

Sua coloração varia do raso alaranjado até tons um tanto mais presentes. Salmão e, mesmo, tom de cereja são encontrados em versões mais tânicas.

Agora, passemos a conhecer um pouquinho de sua história. Nosso objetivo é abrir as portas e janelas de sua mesa para esta maravilha.

A história do vinho rosé

História do Vinho Rosé

No universo das bebidas revigorantes, o vinho é senhor da história. Sua presença é notada mesmo em textos sagrados de religiões pré-cristãs e cultos pagãos.

Dioniso, deus grego, sempre trazia à mão uma taça com o líquido. A alegria da festa e bebida eram seu ritual sagrado, com amor levianos e riso solto.

Tudo isso nos leva à compreensão da importância do vinho na vida humana. Por sua capacidade energética e adstringente, o vinho era sempre presente. Mesmo nas mesas dos mais pobres.

Todavia há que se lembrar que a tecnologia enológica é recente. Naquele passado remoto, não se dispunha da ciência nem dos métodos que, hoje, conhecemos.

Assim, o mosto era fermentado de maneiras bem rudimentares. Ocorria, até, a fermentação de diferentes uvas num mesmo tonel.

Ainda, não havia a compreensão de envelhecimento do vinho. Em geral, eram todos consumidos jovens, com pouquíssimo descanso.

Desse modo, não seria imprudente dizer que todo vinho era, praticamente, um rosé. A coloração dos vinhos em algumas obras de arte atestam essa hipótese.

Mais tarde, a província de Provence passa a adotar o termo “rosé” como especificador. Aqui, garrafas e rolhas já permitem técnicas avançadas de envelhecimento.

A partir daí, estes vinhos, com as características particulares de cor e sensação, passam a ser nosso querido vinho rosé. Interessantíssimo, não é mesmo?

Métodos de fabricação

Como explicamos, o vinho rosé é resultado da junção do mosto com a casa da fruta. Porém eles permanecem juntos por menos tempo que os tintos.

Contudo é importante saber que este método resulta no vinho rosé ideal. Mas há variações de preparo que, por analogia, recebem o mesmo nome.

A primeira dá-se pelo chamado “corte”. Nele, vinhos tintos e brancos já fermentados passam por meticulosa mistura. Alcança-se, assim,  a coloração, sabor e sensação esperada por mistura.

Há, ainda, a dita “sangria” de um vinho tinto para um branco. Aqui, uma pequena parte do mosto tinto é derramada em um tonel branco. Nasce, também, outro tipo de vinho rosé.

Todavia é interessante saber que, tradicionalmente, o vinho rosé não resulta de misturas. Pelo menos não nos lugares que o consagram especial. Neles, misturar seria corromper.

Para você entender melhor o processo de produção de vinho, acesse nosso artigo específico desse tema.

Harmonizando

Como harmonizar vinho rosé

Para pensarmos na harmonização do vinho rosé, podemos seguir dois caminhos:

  • Observar a tradição de seus criadores;
  • Analisar friamente suas características.

E, claro, seguiremos os dois caminhos. Porque, por mais que enologia seja ciência, a sabedoria popular tem sempre seu papel de importância.

Quanto à tradição, a regra é clara: o vinho rosé é perfeito para frutos do mar. Seu frescor e vitalidade harmonizam perfeitamente com esses alimentos.

E sequer há debate: em todo restaurante costeiro europeu, o vinho rosé ocupa a esmagadora maioria das mesas. Há, inclusive, quem o nomeie “vinho de laranja”, embora seja puramente de uvas.

Verdade seja dita: o gosto popular, muitas vezes, nos entrega maravilhas. E este é o aporte comum, com relação ao vinho rosé.

Já na enologia, o esse vinho brilha por sua versatilidade. Combina com pratos leves, como saladas e carnes brancas e magras. Mas, por sua vez, também merece espaço em outros ambientes.

Isso ocorre por conta da leve adstringência que promove. É como dissemos: nem branco nem tinto. Ele possui o melhor de dois mundos.

Dessa forma, o ressecamento tânico do vinho rosé o torna único. Ele consegue ocupar espaços que o vinho branco não poderia. E, apesar disso, não perde seu lugar, nas refeições leves.

De petiscos a carnes mais pesadas; das saladas tropicais ao churrasco; do mexilhão ao porco, o vinho rosé pode e deve ser provado.

Essa qualidade versátil, que o torna coringa, dá, a ele, o sobrenome de “vinho do verão”. Encorpado ao ponto de agradar os fãs do tinto; leve e frutado na medida certa.

Quando decidir pelo vinho rosé

A pergunta relevante é: qual é seu objetivo, na escolha do vinho que imperará à mesa? Marcar sabores fortes de seus pratos? Ou inserir agilidade e frescor à refeição?

Se a resposta à primeira pergunta é positiva, siga o instinto: aposte num belo Malbec ou no seu já costumeiro Cabernet Sauvignion. Todos os sabores serão captados e marcados com maestria.

Nem uma coisa nem outra? Tudo bem! Aposte naquele Carmenere tinto, que você já adora!

Mas, se a experiência supera os pratos servidos, o vinho rosé brilhará para você. Inserir jovialidade e calor ao evento fará toda a diferença.

Crendo ter despertado sua curiosidade, deixo o desafio: mergulhe de cabeça neste novo universo do vinho rosé. Permita-se testar seus limites e surpreenda-se.

Até logo, amantes do vinho. Foi um prazer estar com vocês entre garrafas e rolhas. Nos vemos em breve!

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