Como funciona a produção de vinho

Muitos degustadores e apreciadores querem saber como funciona a produção de vinho. Afinal, o modo de fabricação único e diferenciado é um dos aspectos que torna essa bebida seja tão fascinante e adorada ao redor do mundo.

Basicamente,
existem 8 grandes etapas nesse processo. Ao longo deste artigo, você entenderá
como funciona cada um deles e será ainda mais especialista no mundo dos vinhos.

Ficou curioso?
Então vamos começar!

Produção de Vinho em Oito Etapas

1ª etapa: Colheita

O primeiro passo
é colher as uvas que serão utilizadas na fabricação. Essa colheira é feita de
acordo com alguns fatores. São eles:

  • Variedade das uvas;
  • Tempo de maturação (afinal, algumas uvas amadurecem com mais rapidez,
    enquanto outras precisam de mais tempo) e;
  • Condições climatológicas.

Por tratar-se de
uma atividade agrícola, esses três fatores precisam estar em harmonia para a
colheita perfeita. Caso as uvas sejam retiradas antes de estarem amadurecidas,
o resultado é um vinho menos ácido e mais alcóolico.

Geralmente, essa
colheita é feita em horários com temperaturas mais amenas. Elas podem ser
colhidas manualmente ou mecanicamente. Neste último caso, o processo é mais
rápido.

2ª etapa: Esmagamento

Esmagadeira para Produção de Vinho

Depois da colheita, começa o processo de vinificação. Nesta etapa, as uvas são colocadas em um equipamento conhecido como esmagadeira. Ela é responsável por remover os engaços e romper as cascas da uva.

Com isso, o
líquido começa a escorrer sem que a casca e as sementes sejam esmagadas.

3ª etapa: Prensagem

Então, será a hora de começar a prensagem. Nessa etapa do processo de produção de vinho, a casca e as sementes são separadas da uva. Isso acontece no caso da produção de vinhos brancos e espumantes.

No caso do vinho
tinto, não é necessário realizar a prensagem. Isso porque a casca também é responsável
pela coloração da bebida.

4ª etapa: Fermentação

Produção de Vinho

A fermentação é muito importante para quem quer saber como funciona a produção de vinho. Afinal, é neste momento que as leveduras vão utilizar o açúcar do suco das uvas como fonte de nutrição. Com isso, forma-se o álcool e o dióxido de carbono.

Geralmente, a
fermentação ocorre em barris de carvalho. A madeira torna o vinho mais suave. O
produto desse tipo de processo é uma bebida clara, com menos sabor de fruta e
toques suaves de um sabor de madeira.

No quesito
temperatura, utilize-se climas mais frios para vinhos brancos e rosés. Isso
porque temperaturas baixas ajudam a preservar o sabor. O calor é utilizado para
fermentar o vinho tinto e aumentar a cor e taninos da bebida.

5ª etapa: Trasfega

Após a
fermentação, são formados pequenos resíduos, bactérias e leveduras no barril de
carvalho. Então, é preciso se livrar de todos esses resquícios. Afinal, eles
podem interferir no sabor e aroma do vinho.

Nesta etapa, o
líquido é transferido de um tanque para o outro, num processo conhecido como
trasfega. Ele funciona como uma forma de “coar” o líquido e separá-lo de
qualquer substância indesejada.

6ª etapa: Clarificação e estabilização

Depois de todos
esses processos, é preciso garantir que o vinho fique estável. Para isso, são
feitos os seguintes procedimentos:

  • Estabilização ao calor, processo que tem como objetivo evitar a turvação
    quando o vinho é exposto à altas temperaturas;
  • Estabilização ao frio, procedimento para impedir a formação de pequenos
    cristais em temperaturas baixas e;
  • Estabilização microbiológica , última etapa do processo de
    estabilização. Seu objetivo é evitar novas fermentações quando o líquido for
    engarrafado.

Todos esses
passos são imprescindíveis para garantir a qualidade do vinho quando ele chega
até a sua adega.

7° etapa: Amadurecimento

Você provavelmente já ouviu falar um bom vinho é um vinho maduro. É por isso que uma das etapas para entender como funciona a produção de vinho é o amadurecimento. Isso pode acontecer em barris de carvalho ou tanques de aço.

Os tanques fazem
com que o vinho fique mais fresco, já que o contato com o ar é limitado. Por
tal motivo, esse equipamento geralmente é utilizado para o amadurecimento de
vinhos brancos e rosé, já que eles costumam ser mais frescos.

Por outro lado,
os barris permitem essa oxigenação e fazem com que os taninos fiquem mais
suaves. Além disso, o carvalho pode adicionar aromas de especiarias ao vinho.

8ª etapa: Engarrafamento

Depois de todos esses processos, basta engarrafar o vinho e deixá-lo em repouso. Esse período de descanso do líquido é importante para que todas as substâncias fiquem mais estabilizadas.

O tempo de descanso de cada garrafa varia muito. Alguns ficam prontos para o consumo em alguns meses, enquanto outros podem repousar por anos até atingirem o seu pico de qualidade.

Viu só como funciona a produção de vinho? A junção de todas essas etapas e a atenção aos detalhes é o que faz com que cada garrafa seja única.

Portanto, não deixe de se aventurar por diferentes rótulos e degustar sabores provenientes de diversos lugares do mundo!

Caso você queira saber mais sobre esse universo, não deixe de conferir os nossos demais artigos e aprenda curiosidades como de Como Degustar Vinho.

Aproveite também para divulgar o artigo nas redes sociais.

Até a próxima!

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Os Vinhos mais Caros do Mundo

Se você sempre quis saber quais são os vinhos mais caros do mundo, você chegou até o artigo certo.

Quem gosta de estudar sobre vinho sabe que existem algumas fabricações ao redor do mundo que costumam ter um preço mais alto.

Então, ao longo do texto você aprenderá que diversos fatores contribuem para que o preço de alguns vinhos sejam bem altos.

Então, além de
conferir a lista dos vinhos com valor mais elevado, você entenderá um pouco
melhor sobre o motivo pelo qual essa bebida é única!

Mas, antes de
tudo, vamos descobrir quais são as garrafas mais caras (e, por consequência,
mais desejadas) do mundo.

Confira abaixo a lista dos 10 vinhos mais caros do mundo (em ordem crescente):

  • Henri Jayer
    Vosne-Romanee (Preço médio: US$ 4.089 – máximo: US$ 9.611);
  • Domaine Leroy
    Musigny Grand Cru (Preço médio: US$ 4.490 – máximo: US$ 33.621);
  • Domaine Georges
    & Christophe Roumier Musigny Grand Cru (Preço médio: US$ 4.594 – máximo:
    US$ 15.972)
  • Domaine de la
    Romanée-Conti Montrachet Grand Cru (preço médio: US$ 4.682 – máximo: US$
    13.697);
  • Joh. Jos. Prüm
    Riesling Wehlener Sonnenuhr Trockenbeerenauslese (Preço médio: $5,308 – máximo:
    US$11,537);
  • Domaine Leflaive
    Montrachet Grand Cru (Preço médio: US$ 5.770 – máximo: US$ 11.476);
  • Henri Jayer Cros
    Parantoux, Vosne-Romanée Premier Cru (Preço médio: US$ 6.376 – máximo: US$
    19.515);
  • Egon
    Müller-Scharzhof Scharzhofberger Riesling Trockenbeerenauslese (Preço médio:
    US$ 6.478 – máximo: US$ 14.041);
  • Domaine de la
    Romanée-Conti, Romaneée-Conti Grand Cru (Preço médio: US$ 12.738 – máximo: US$
    54.394);
  • Henri Jayer
    Richebourg Grand Cru (Preço médio: US$ 16.325 – máximo: US$ 26.443).

Por que o vinho é uma bebida cara?

Como você pode ver, existem algumas garrafas que têm um preço bastante salgado. Isso acontece principalmente pelo fato de que ele é produzido à partir das uvas.

Logo, muitos fatores podem prejudicar sua fabricação. Da mesma forma, existem formas de cultivo que costumam ser mais caras.

Então basicamente, existem 5 grandes fatores a levar em consideração quando falamos dos vinhos mais caros do mundo. São eles:

Rendimento da parreira

Mas, para entender por que o rendimento menor faz com que o vinho seja mais caro, é preciso saber que a parreira tem uma quantidade limitada de nutrientes que precisa distribuir para todas as uvas que nasceram.

Sendo assim, se a quantidade de frutas for menor, mais nutrientes cada uma terá.

O problema disso é que a quantidade de vinho que pode ser produzida é menor. Assim, os produtores precificam a qualidade da bebida produzida a partir dessas frutas “super nutridas”.

Seleção das uvas

Outro aspecto importante é a pré-seleção das uvas utilizadas para produzir o vinho. Sendo assim, normalmente, os produtores separam os melhores cachos para produzir edições limitadas ou especiais de uma garrafa.

Como isso exige uma atenção extra e um trabalho artesanal, o preço aumenta.

Desastres ambientais

O vinho é uma bebida que depende de boas condições climáticas e ambientes estáveis. Afinal, é preciso cultivar bem as uvas para que elas nasçam e cresçam com a qualidade que esperamos de uma boa garrafa de vinho.

No entanto, como qualquer outra atividade agrícola, os vinhedos também estão sujeitos aos desastres ambientais.

Se por algum
motivo um desses desastres prejudicar uma boa safra, também será preciso
compensar o valor. Afinal, as uvas que “sobreviveram” serão responsáveis por
toda a produção daquela safra.

Modo de fabricação

Nem todo vinho é
produzido da mesma forma. As uvas destinadas aos vinhos mais baratos costumam
ser preparadas em grandes tanques de fermentação. A fabricação, nesse caso,
costuma ser bastante rápida.

Mas, edições especiais e vinhos cuja qualidade é superior têm suas uvas tratadas de forma diferenciada.

O processo é acompanhado por um enólogo, o líquido fica mais tempo na vinícola e assim, é deixado para envelhecer em sofisticados barris de carvalho. Certamente esse repouso pode durar meses e até mesmo anos!

Vinhos Envelhecidos mais Caros

Tudo isso
justifica o preço mais elevado das garrafas.

Impostos

Por último, não podemos deixar de citar os impostos no preço dos vinhos mais caros do mundo.

Certamente se você aprecia a bebida, provavelmente já percebeu que garrafas de outros países – geralmente europeus – costumam ter o valor mais elevado.

Aliás, na lista que preparamos acima, não existe nenhum vinho brasileiro.

Isso acontece porque os impostos de importação costumam ser altíssimos. Assim, para ter uma ideia, os vinhos europeus estão sujeitos a até 85% de seu valor em impostos! Então, o preço final será maior do que você está acostumado.

Pronto. Agora você já entende por que existem algumas garrafas cujo valor pode ultrapassar a marca de 50 mil dólares. Entretanto, lembre-se de que o valor não é o único indicativo de qualidade.

Portanto, não deixe de se aventurar pelo mundo maravilhoso dos vinhos e degustar diferentes versões para encontrar sua favorita.

Você já provou algum dos vinhos mais caros do mundo? Então compartilhe a sua experiência no espaço de comentários abaixo ou deixe o seu testemunho de vinhos mais caros.

Aproveite também para compartilhar nosso artigo em todas as suas páginas nas redes sociais!

Obrigado e até a
próxima.

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Descubra 5 Benefícios do Vinho para Saúde

Quem não ama uma deliciosa taça de vinho? O que você talvez não saiba é que existem grandes benefícios do vinho para saúde.

É isso mesmo que você leu! Além de ser uma bebida muito apreciada ao redor do mundo por conta de seus diferentes sabores, ele ainda tem ações positivas no nosso organismo.

Antes de tudo, é preciso deixar claro que os benefícios apresentados neste artigo são provenientes de pesquisas científicas. Porém, essas vantagens só podem ser aproveitadas caso o vinho seja consumido com moderação.

Da mesma forma, é ideal que você sempre consulte um médico para saber como está a sua saúde e se o consumo da bebida é benéfico no seu caso.

Agora, chegou a hora de apresentarmos alguns dos grandes aspectos positivos do vinho para o nosso corpo. Vamos começar?

Benefícios do vinho para saúde bucal

A saúde bucal também é muito importante
para o pleno funcionamento do nosso corpo. Por isso, uma das grandes vantagens
do consumo de vinho é que ele pode prevenir as tão temidas cáries!

Isso porque os polifenóis presentes na bebida diminuem a incidência de bactérias responsáveis pelo desenvolvimento de placas nos dentes. Logo, as chances de que essas placas se transformem em cáries são menores.

Ainda nesse aspecto, é importante frisar
também que o vinho pode escurecer os seus dentes. Por isso eles geralmente são
combinados com queijos duros, já que o alimento ajuda a balancear a cor do
vinho.

Redução
das chances de câncer

O câncer é uma das doenças mais temidas da nossa geração. Então a notícia boa é que o consumo do vinho pode reduzir significativamente as chances de desenvolver algum tipo de tumor maligno.

O responsável por isso é o resveratrol. A substância presente no vinho é conhecida por ser um antioxidante poderoso. Os antioxidantes são responsáveis por neutralizar os radicais livres que se formam naturalmente no nosso corpo.

Além disso, o vinho também diminui as
chances de reprodução de células cancerígenas. Tudo isso devido à regulação de
uma partícula conhecida como NF-kappaB.

Melhorias para a saúde cardiovascular

Benefícios do Vinho para Saúde do coração

Que o coração é um dos órgãos mais importantes do nosso corpo você já sabe. Entretanto, você sabia que ele se enquadra na categoria de benefícios do vinho para a saúde?

Pois é! O consumo moderado dessa bebida pode melhorar significativamente a saúde cardiovascular.

Pesquisas comprovam que o consumo de uma
taça por dia pode melhorar problemas circulatórios e varizes. Além disso, ele
pode também reduzir as chances de derrames e infartos.

O responsável por isso também é o resveratrol.
O antioxidante é conhecido por controlar a pressão arterial e diminuir o
inchaço nas veias.

Por último, vale mencionar que o resveratrol é capaz de impedir a formação de gorduras nos vasos sanguíneos e artérias. Sendo assim, você tem menos chances de sofrer com problemas cardiovasculares.

Redução
do risco de Alzheimer

Outro órgão que pode ser beneficiado pelo consumo de vinho é o cérebro. Isso porque estudos mostram que o vinho pode reduzir e prevenir inflamações cerebrais quando o consumo é estável em uma taça por dia.

Da mesma forma, ele pode também reduzir as chances de desenvolvimento da doença de Alzheimer. Adivinha só? Também por conta do resveratrol.

Por tratar-se de uma doença degenerativa, sua poderosa ação antioxidante também se mostrou eficiente na prevenção desse problema.

Controle
da diabetes

Quem sofre com diabetes também tem uma boa notícia! Algumas pesquisas recentes revelam que o vinho pode ajudar a tratar a diabetes. Isso porque ele ajuda a controlar os níveis de glicose no sangue.

No entanto, fique atento! O álcool e o açúcar da bebida também podem trazer complicações de acordo com o grau da sua condição. Por isso, é importante sempre contar com o acompanhamento médico!

Viu só quantos benefícios do vinho para a saúde existem? Então, aproveite a sua taça que, além de ser deliciosa, pode contribuir para uma vida mais saudável.

Veja também nosso artigo sobre qual é a temperatura ideal para consumo do vinho.

Se ainda tiver dúvidas sobre o assunto, aproveite o espaço abaixo para deixar o seu comentário.

Depois, compartilhe esse artigo em todas as suas páginas nas redes sociais!

Até mais!

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5 Dicas de como Fazer Degustação de Vinho

Você sabe como fazer degustação de vinho como um profissional? Pode parecer besteira, mas quem aprecia essa bebida sabe como é precioso poder provar diferentes nuances da bebida.

Uma boa degustação é como uma viagem ao redor do mundo. Afinal, apenas pelo sabor, é possível conhecer diferentes culturas e povos.

Isso porque o vinho é uma bebida que precisa de um processo de fabricação específico. Sendo assim, desde a escolha das uvas até a conservação (que pode, inclusive, precisar de anos de repouso), cada etapa é importante para virar a bebida perfeita em sua taça.

Toda essa meticulosidade exige também um processo de degustação específico. Então se você quer se aventurar por esse mundo, esse é o artigo perfeito para você!

Escolha a taça ideal para degustação do vinho

O primeiro passo para uma boa degustação é a escolha do recipiente. Assim o utensílio mais indicado no caso do vinho é a taça de cristal. Geralmente, essas taças são baixas e contam com bojo médio e boca fechada.

Aliás, esse é, inclusive, o recipiente indicado para profissionais pela ISO (sistema universal de qualidade).

No caso da degustação de mais de um tipo de vinho, é importante que você tenha taças iguais para experimentar. Isso porque o formato da taça pode influenciar no sabor.

Evite usar perfumes e desodorantes com cheiro
forte

Outro fator muito importante na hora de fazer degustação de vinho é a ausência de odores externos.

Isso porque como a degustação envolve os 3 sentidos (visão, olfato e paladar), qualquer cheiro que não seja o do vinho pode atrapalhar o procedimento.

Você provavelmente já sentiu o cheiro de alguma das suas comidas favoritas e imediatamente sentiu o gosto na boca. Isso acontece porque esses dois sentidos são muito conectados.

Sendo assim, o uso de qualquer perfume ou até mesmo desodorantes com cheiro forte pode atrapalhar a degustação.

O mesmo vale para cozinhas. Seja em casa ou em restaurantes, é importante se manter afastado de qualquer odor na hora da degustação para que nada possa interferir no seu paladar.

Cuide da sua higiene bucal

O paladar é um sentido
muito aguçado, mas que pode ser prejudicado pela má higiene bucal. Por receber
diversos alimentos, é comum o acúmulo de bactérias que podem atrapalhar o seu
sensorial.

O ideal é que antes de
começar a degustação você escove e higienize bem os dentes e a língua. Além
disso, é importante também hidratar-se para melhorar o seu paladar e até mesmo
o olfato.

Preste atenção no cheiro na hora da degustação do vinho

Degustação de Vinho

Tipos diferentes de vinho possuem cheiros característicos. O olfato é um sentido que tem o poder tanto de aguçar o paladar, como de criar memórias afetivas.

Assim ao sentir e memorizar o cheiro do seu vinho favorito, você consegue perceber nuances que denunciam o tipo de uva usado na fabricação e até mesmo o país de origem.

Girar a taça é uma ótima forma de liberar o aroma do vinho. Então, aproxime o nariz da taça e inale. Uma boa dica para conseguir identificar o aroma é tentar encontrar cheiros em comum.

Você consegue sentir o cheiro da uva? Aromas florais? Cheiros mais doces? Tente descrever da forma mais precisa possível para conseguir identificar e memorizar o cheiro do vinho.

Com o tempo, será mais
fácil para você identificar os aromas que indicam um vinho de boa qualidade.
Por outro lado, preste atenção em aromas como de esmalte, papelão molhado,
enxofre e vinagre são indicativos de um vinho de má qualidade.

Prove o vinho

Por último, chegou a hora de degustar com o seu paladar. Então o ideal é que, primeiro, você coloque uma pequena quantidade de vinho na boca e sinta a temperatura da bebida.

Aproveitando aqui o tema para dar uma dica, para saber mais sobre a temperatura ideal para degustação temos um artigo inteirinho que fala sobre esse assunto, então aproveite.

Faça com que o líquido passe por todas as partes da sua boca, incluindo as bochechas e gengivas. Afinal, como muita gente não sabe, essas partes também possuem glândulas degustativas.

Preste muita, muita atenção no sensorial de cada parte da sua língua. Na ponta, é possível sentir se o vinho é doce, enquanto nas laterais você identifica a acidez.

Já no fim da língua, você consegue notar o gosto do álcool e dos taninos, perceptíveis por uma sensação rugosa. Então quando essas três partes são harmonizadas, você consegue classificar a bebida como um vinho harmonizado.

Esses são alguns passos importantes sobre como fazer degustação de vinho. No entanto, tente não apressar o processo. Aprender a identificar diferenças entre um vinho e outro é algo que exige prática.

Ajuda de Profissionais

Talvez no começo você não consiga perceber bem os aromas e sabores. Mas, ao longo do tempo, será mais fácil conseguir prestar atenção em características que fazem de um vinho único.

Caso você precise de apoio, existem diversos profissionais especializados em degustação de vinho.

Participar de passeios por vinícolas também pode ser uma ótima forma de aprimorar o seu paladar e entrar em contato com bebidas diferentes.

Além de contar com esse apoio profissional, você pode também entender mais sobre o processo de fabricação do vinho e o local onde as uvas são cultivadas.

Se você ainda tiver
dúvidas sobre o assunto ou quiser compartilhar dicas de como fazer degustação
de vinho, deixe o seu comentário no espaço abaixo. Aproveite também para
compartilhar o artigo nas redes sociais.

Obrigado e até a próxima!

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Veja agora tudo sobre decantador de vinho

É realmente preciso usar um decantador de vinho? O aroma muda caso eu não faça esse processo antes? Devo ter mais de um decanter em casa?

Por quanto tempo preciso usar o aparelho? Essas são algumas das principais dúvidas de quem começou a se aventurar pelo mundo dos vinhos.

Na verdade, essas perguntas são bastante
comuns. Afinal, o decantador é como um processo “a mais” na hora de degustar o
vinho e nem todo mundo conhece a importância do aparelho.

Se você se enquadra nesse grupo de
pessoas, não se preocupe. Ao longo desse artigo, você entenderá exatamente qual
é a função do decanter e como ele pode melhorar significativamente a sua
experiência com o vinho.

Por isso, não deixe de ler o artigo até o
final!

Pronto? Então vamos começar?

O que é e para que serve o decantador de vinho?

Decantador de Vinho

O decanter é um aparelho que tem
basicamente duas funções. São elas:

Remover
sedimentos do vinho

Quando um vinho repousa por muito tempo, ele começa a formar pequenos sedimentos de taninos, ácido tartárico e pigmentos. Todas essas substâncias fazem parte do processo de fabricação da bebida e não são ruins.

Porém, elas podem alterar o sensorial da sua taça.

Eles são formados principalmente em vinhos tintos repousados por mais de 5 anos. Como você provavelmente já sabe, existem algumas versões das uvas cujo sabor fica melhor quando ele descansa por muito tempo.

Então, para aproveitar melhor o aroma, faz-se o uso do decantador de vinho para retirar esses sedimentos.

Para isso, você deve derramar o líquido
no decantar até que os sedimentos apareçam. Então, ele estará pronto para o
consumo.

Lembre-se de que não é necessário
descartar o líquido remanescente na garrafa. O único porém é que ele será
composto também por esses pequenos sedimentos, mas você pode usar o decantador
mais uma vez para se livrar deles.

Oxigenação
do vinho

A outra função do decantador é a oxigenação do vinho. Como o líquido fica na garrafa por muito tempo, ele não entra em contato com o ar, fazendo com que ele tenha esse aroma de “fechado”.

A oxigenação é importante principalmente se você quiser provar a garrafa antes de esperar o tempo de repouso do vinho.

Ou seja, se o rótulo indica a espera de 5
anos para a degustação, você pode utilizar o decanter para acelerar o processo
de oxigenação. Dessa forma, é liberado um aroma mais suave que melhora o
sensorial do vinho.

Por
quanto tempo eu devo usar o decantador de vinho?

O tempo de uso do decanter varia de acordo com o seu objetivo. Se você pretende se livrar dos pequenos sedimentos que citamos acima, então o processo é mais rápido.

O ideal é que você abra a garrafa logo antes de consumí-lo, adicione o líquido ao equipamento e sirva em seguida.

Já a oxigenação é um processo que demora
um pouco mais. Nesse caso, o ideal é que você utilize o decantador por
aproximadamente 4 horas. Porém, se o vinho for novo e jovem, o processo pode
ser ainda mais demorado.

Em ambos os casos, é importante que você
mantenha a garrafa na posição vertical por pelo menos 12h antes de começar o
processo.

Todos os vinhos precisam passar por um decanter?

A grande verdade é que o decantador de vinho não é um objeto imprescindível na hora de degustar. Porém, como você viu acima, ele pode criar uma experiência ainda mais incrível ao provar um vinho novo.

Afinal, ele aprimora o sabor e até mesmo a textura da bebida escolhida.

Portanto, a resposta é que não, não são todos os vinhos que precisam necessariamente passar pelo decanter. Porém, vale a pena respeitar o tempo de repouso de cada bebida.

Caso você deseje consumir antes, então o ideal é que você utilize o aparelho para acelerar o processo de oxigenação.

Da mesma forma, se você é o tipo de
pessoa que não gosta de sedimentos no vinho, então o equipamento é ideal para
você.

Como
escolher o melhor decantador de vinho?

Assim como existem duas funções para o decanter, há também dois tipos diferentes de equipamentos. O decantador utilizado para se livrar dos sedimentos conta com uma base estreita e um pescoço fino.

Assim, o líquido não passa pelo processo de oxigenação de forma intensa, já que esse não é o seu objetivo.

Para esse último caso, o decantador
recomendado tem sua base mais larga e um formato horizontal. O objetivo desse
formato é forçar a oxigenação e intensificar o sabor do vinho.

O modelo ideal depende do que você
pretende. Porém, para um bom amante de vinhos, ter os dois é a solução perfeita
para sempre ter uma taça pronta em casa!

Se você ainda tiver dúvidas sobre o assunto ou quiser compartilhar seus modelos favoritos de decantador de vinho, deixe o seu comentário no espaço abaixo para que possamos ajudá-lo.

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Até a próxima!

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O que é tanino e como interfere na qualidade do vinho

Se você gosta de apreciar uma boa taça de vinho, você provavelmente já se perguntou o que é tanino. Afinal, é comum ouvir frases como “esse vinho é tânico” e “esse vinho tem taninos suaves” em degustações.

No entanto, nem todo mundo sabe o que são essas substâncias e como elas podem interferir na qualidade do vinho.

A verdade é que o mundo do vinho é muito amplo. Sendo assim, é justamente por esse motivo que quem aprecia a bebida geralmente gosta de aprender sobre a história do vinho, a diversidade da bebida ao redor do mundo e os diferentes modos de fabricação.

Então, se você se identificou com a descrição, esse é o artigo perfeito para você.

Ao longo do texto, você entenderá exatamente o que são os taninos e por que eles são tão importantes para o vinho. Além disso, como bônus, você ainda saberá mais sobre o processo de fabricação do vinho como um todo!

Então não deixe de ler o artigo até o
final. Vamos começar?

O que é o Tanino

Basicamente, os taninos são componentes
naturais químicos. Eles são encontrados em plantas como as parreiras. No caso
do vinho especificamente, a substância está presente no caule dos cachos de
uva, assim como na casca e nas sementes.

A importância do tanino para os vinhos é que a substância “se mescla” com a proteína da saliva, criando uma composição e textura diferente para a bebida.

Então, por isso sentimos aquela sensação de adstringência ao degustar uma taça, isso é o resultado dessa interação!

Se você já estudou um pouco sobre como o processo de vinificação é feito, você sabe que as uvas são amassadas para criar a bebida.

Por isso, as cascas e as sementes estão inclusas no processo. Quanto maior a sua concentração, maior será o nível de tanino na bebida.

No caso do vinho branco, as cascas das uvas são descartadas. Assim, é comum que as pessoas pensem que esse tipo de vinho não tem tanino.

Porém, é importante frisar que a substância está, sim, presente na fabricação, mas em quantidades menores. Logo, o gosto é praticamente imperceptível.

Como o tanino muda o sensorial dos vinhos?

Os taninos têm funções muito importantes na composição do sabor, aroma e textura do vinho. Dentre elas, podemos destacar:

Estrutura
do vinho

Como já mencionamos acima, os taninos interagem com as proteínas da nossa saliva. Por isso faz com que elas sejam agrupadas, aumentando a dimensão molecular da bebida.

Então, significa que grandes concentrações da substância fazem com que a sua textura seja mais densa e estruturada.

Envelhecimento

Como você bem sabe, existem alguns vinhos que só melhoram com o tempo. Isso é porque o tanino tem uma participação enorme nisso! Por atuarem como antioxidantes, eles funcionam como um preservativo que prolonga a vida útil da bebida.

Por isso, eles são capazes de proporcionar mais aroma e sabor conforme o vinho envelhece. Tudo isso sem prejudicar nenhuma substância ou causar más reações ao ingerir o vinho.

Coloração

Outro aspecto importante dos taninos é que eles são capazes de alterar a coloração e o sensorial do vinho tinto. Isso contribui para o mito de que os vinhos brancos e rosados não são tânicos, já que eles não possui a cor natural da versão tinta.

Isso está relacionado à interação do tanino com as demais substâncias utilizadas na fabricação da bebida.

Quais são as uvas mais tânicas?

Agora que você já sabe o que é tanino e como interfere na qualidade do vinho, então chegou a hora de falarmos sobre quais são as versões com as maiores concentrações da substância.

O grau de tanino é bastante variável, mas é encontrado com maior densidade nas castas Cabernet Saubignon, Nebbiolo, Syrah e Tannat. Por isso, os vinhos produzidos a partir dessas caras têm mais tanino.

Para degustar e sentir a diferença, você
pode provar os Barolos, produzidos a partir das uvas nebbiolo.

Porém, se você prefere vinhos mais suaves e sem concentração tânica, opte pelas versões brancas ou rosadas.

Hora de experimentar

Pronto. Agora você já sabe um pouquinho mais sobre o que é tanino e como a substância atua no processo de fabricação do vinho.

Agora, chegou uma das horas mais deliciosas para os amantes da bebida: degustar versões diferentes para perceber as nuances causadas pelo composto químico em cada fabricação diferente.

Para garantir uma experiência ainda melhor, lembre-se de garantir a conservação do vinho nas temperaturas e ambientes ideais.

Assim, você cria uma coleção vasta e saborosa de diferentes versões dessa bebida tão apreciada ao redor do mundo.

Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto ou quer compartilhar seus vinhos favoritos com os nossos demais leitores, aproveite o espaço de comentários abaixo para deixar o seu depoimento.

Não se esqueça também de compartilhar esse artigo em todas as suas páginas nas redes sociais.

Obrigado e até a próxima!

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Você sabe qual é a Temperatura Ideal para Vinho

Se você quer saber como descobrir a temperatura ideal para vinho, esse é o artigo perfeito para você.

Quem é amante de
uma boa taça sabe que existem algumas marcas que ficam melhores quando
consumidas em determinadas temperaturas. Porém, como é possível identificar os
números certos para cada rótulo?

Para ajudar nessa
tarefa, preparamos um guia completo sobre os diferentes tipos de vinho e
temperaturas ideais. Assim, você saberá como regular o termômetro da sua adega
para diferentes situações.

Então, sem mais
delongas, vamos começar?

Por que investir em uma adega climatizada?

Antes de tudo, você precisa saber o motivo pelo qual é tão importante investir em uma adega climatizada. A verdade é que a conservação do vinho influencia (e muito!) em seu sabor.

Caso ele não seja armazenado da forma correta, o aroma pode acabar prejudicado.

Uma coisa que nem
todo mundo sabe, por exemplo, é que a umidade do ar pode prejudicar ou acelerar
o envelhecimento do vinho. Da mesma forma, a falta de contato da rolha com o
líquido pode ocasionar o seu ressecamento.

As adegas climatizadas são equipamentos desenvolvidos especificamente para preservar todas as características da garrafa.

Sendo assim, como são projetadas justamente para esse fim, eles garantem que, ao abrir o vinho, você degustará a bebida em sua melhor forma.

Dicas para escolha de uma boa adega

Felizmente, existem diversos modelos de adegas disponíveis no mercado. Certamente, suas especificações variam para garantir e melhor comodidade em sua casa. Ao escolher a sua, preste atenção nos seguintes fatores:

  • Voltagem da adega;
  • Capacidade de garrafas;
  • Temperatura mínima e máxima e;
  • Tipo de
    climatização.

Por isso é tão importante pesquisar bem antes de decidir. Pensando nisso fizemos um artigo inteiro falando sobre Adegas Climatizadas, assim você pode escolher sua adega com segurança para conquistar a temperatura ideal para consumir e conservar o vinho.

Lembre-se de que a rotatividade das suas garrafas também é um fator muito importante. Se você tem o costume de consumir o vinho todos os dias, por exemplo, a temperatura pode ser maior, já que elas não serão refrigeradas por muito tempo.

Do contrário, o ideal é escolher um modelo que conserve o clima por um período mais longo.

Como escolher a temperatura ideal para vinho?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre as adegas climatizadas, chegou a hora de falarmos sobre as diferenças de temperatura para cada tipo de vinho. Então como base, você pode usar os seguintes parâmetros para conservação:

  • Espumante: 4°C a 10°C;
  • O vinho branco: 6°C a 112°C;
  • Vinho Tinto leve: 12ºC a 15ºC;
  • Vinho Tinto encorpado: 16ºC a 18ºC.

No caso dos espumantes e vinhos brancos, é importante manter a temperatura bem baixa, geralmente entre 4°C e 12°C. Isso porque os espumantes têm algumas propriedades que precisam ser conservadas em climas mais frios.

No caso do vinho branco, lembre-se de que o sabor do álcool costuma ser mais forte que o vinho tinto. Por isso, a temperatura baixa ajuda a suavizar esse gosto forte.

Após esses tipos de vinho, consideramos um limite intermediário de 12°C a 15°C. Nesse caso, encaixam-se vinhos rosados e tintos mais leves.

O Bordeaux e o Shiraz são ótimos exemplos de garrafas que se enquadram nesse categoria. Pois, como o vinho tinto é mais ácido e rico em uma substância chamada tanino, temperaturas baixas podem prejudicar o sabor e deixá-lo sem gosto.

Tenha em mente que a temperatura sempre deve ser maior para vinhos com gosto mais ácido. Assim, vinhos tintos que são mais encorpados, como o Cabernet Savignon, podem ser conservados a uma temperatura de até 18°C.

Viu só quantas diferenças existem entre a temperatura ideal para diferentes tipos de vinho? Então é por esse motivo que é tão importante escolher a adega que mais combina com o seu gosto.

Assim, você tem a taça perfeita a qualquer momento sem prejudicar o sabor!

Eu posso guardar vinhos tintos e brancos na mesma adega?

Temperatura ideal para Vinho

Como você viu acima, a temperatura recomendada para vinhos tintos e brancos é diferente. Entretanto, nem sempre podemos investir em uma adega diferente para cada tipo de bebida.

Felizmente, existem alguns equipamentos que permitem temperaturas diferentes de acordo com cada compartimento.

Esse modelo é
ideal para quem tem o gosto variado e não quer se limitar a apenas uma categoria.
Então, você pode buscar uma adega climatizada que possua mais de um termômetro
para garantir a temperatura ideal para consumir e conservar o vinho.

Agora que você já se tornou um especialista na arte de armazenar os seus vinhos da forma correta, basta começar a pesquisa pela adega perfeita para a sua casa.

Lembre-se de sempre prestar atenção às especificações de cada modelo para garantir uma compra eficiente de acordo com as suas necessidades.

Se você ainda tem
dúvidas sobre o assunto, deixe o seu comentário no espaço abaixo. Não se
esqueça também de compartilhar esse artigo com os outros amantes de vinho nas
suas redes sociais.

Até a próxima!

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Quais são as Melhores Adegas Climatizadas

Você sabe quais são as melhores adegas climatizadas? Se a resposta é não, talvez você esteja armazenando suas garrafas da forma incorreta.

Afinal, as adegas são o equipamento ideal para garantir as melhores temperaturas e condições de umidade para preservar os vinhos.

Mas não se desespere! Para ajudar você a escolher a melhor opção para sua casa, preparamos esse artigo completo com tudo o que você precisa saber sobre adegas climatizadas.

Além disso, separamos uma lista com os melhores modelos do mercado para auxiliar na decisão.

Então, vamos aprender um pouco mais sobre
o equipamento?

Escolha entre a refrigeração peltier ou compressora

Esses dois modos de refrigeração são ideais para clientes diferentes. No caso da peltier, ela é ideal para lugares com temperaturas amenas.

Isso porque essa tecnologia (também conhecida como termoelétrica) é capaz de “sugar” o calor de dentro do equipamento por meio de uma placa de cerâmica. Então, esse calor é jogado para fora. Assim, a temperatura está sempre ideal.

Elas devem sempre ficar em um lugar onde
não faça muito calor. Caso a temperatura de fora seja alta, será mais difícil
chegar aos números ideais dentro da adega. O ideal é que o calor ao lado de
fora não passe de 25°C.

Agora se o local onde você quer armazenar
os vinhos é muito quente, a compressão é ideal para você. Afinal, seu sistema
de refrigeração é mais potente, já que o seu motor é parecido com o de uma
geladeira.

Apesar de consumir mais energia do que as
adegas climatizadas termoelétricas, elas têm baixo valor de manutenção e
costumam durar por mais tempo.

Escolha a melhor capacidade para adegas climatizadas

Outro fator a levar em conta é a
frequência em que você toma o vinho. Isso porque existem diversas capacidades
no mercado. É possível encontrar adegas que comportam os seguintes números:

  • De 8 a 13 garrafas;
  • De 28 a 34 garrafas e;
  • Mais de 50 garrafas.

O tamanho perfeito para a sua casa vai depender da rotatividade das suas garrafas e se você pretende esperar que os vinhos envelheçam.

Agora, se você não tem o hábito de consumir muito, uma adega de porte pequeno pode ser o ideal. Do contrário, prefira investir em modelos que vão acolher todas as suas garrafas sem faltar espaço.

Atente-se
ao controle de temperatura

Outro fator muito importante ao pensar em
melhores adegas climatizadas é o controle de temperatura. Quando o controle
fica do lado de fora, você precisará abrir a geladeira menos vezes, o que
facilita o controle da temperatura.

Além disso, é importante saber quais são as temperaturas mínimas e máximas de cada aparelho. Afinal, existem alguns vinhos cuja temperatura ideal é diferente das demais.

Então, para garantir a melhor taça para você, família e amigos, é imprescindível prestar atenção nisso.

Verifique
a voltagem do aparelho

Por último, você não pode deixar de
escolher a voltagem ideal para a sua casa. Existem pouquíssimas versões de
adegas climatizadas bivolt (ou seja, que podem ser ligadas tanto em tomadas com
voltagem 127, como 220).

Porém, não se desespere. A maioria dos
aparelhos está presente no mercado com as duas voltagens. Mas nunca é demais
recomendar atenção na hora de investir no melhor equipamento para você.

Agora que você já sabe no que precisa prestar atenção ao escolher a sua nova adega, chegou a hora de apresentar alguns dos melhores modelos disponíveis no mercado brasileiro.

Assim, você só precisará comparar as especificações e valores para decidir a melhor opção de adega climatizada.

Descubra
quais são as melhores adegas climatizadas:

1- Adega Climatizada Electrolux ACD29;

Adega Climatizada Electrolux

Essa nada mais é que a primeira adega no Brasil a disponibilizar o painel eletrônico touch-control e display de temperatura externo.

Assim, você consegue sabe qual tipo de vinho é ideal para a temperatura selecionada. É um produto resistente e duradouro pois possui acabamento em aço inox.

Além disso, conta com um sistema de iluminação interna com LEDs.

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2 – Adega Brastemp 12 Garrafas com painel touch;

Adega Brastemp

Essa linda Adega Brastemp BZC12, foi considerada pela nossa pesquisa a segunda melhor adega climatizada.

Ela ocupa pouco espaço e foi desenvolvida para quem não abre mão de servir um bom vinho na temperatura ideal, afinal de contas é um Brastemp não é mesmo?

Com capacidade para 12 garrafas, possui também a iluminação interna com lâmpadas de LED e claro, também não podia faltar o controle Eletrônico Touch Sensor com display de temperatura.

Clique no Link e saiba mais: https://amzn.to/2RCCJFl

3 – Adega Climatizada Philco;

Adega Climatizada Philco

Esta é a Philco PH12E comporta até 12 garrafas. Ideal para que tem pouco espaço, além disso conta com um design moderno e também possui painel de temperaturas pratico.

Possui luz interna em LED para você não erra na hora da escolha da garrafa.

Então você terá poderá preservar o sabor do seu vinho por mais tempo e servi-lo na temperatura ideal.

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4º – Adega Climatizada Lyon Suggar;

Adega Climatizada Lyon Suggar

Porta espelhada em vidro duplo temperado Iluminação interna
com LEDs. Painel touch para controle de temperatura.

Prateleiras cromadas removíveis Sistema eletrônico de
refrigeração Fácil instalação Potência.

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5º – Adega Midea Liva 12 Garrafas.

Adega Midea Liva

A Adega Midea Liva 12 garrafas é compacta e perfeita para combinar com qualquer ambiente. Possui controle de temperatura externo em painel touch, iluminação interior em LED, com baixo nível de ruído e sem vibração.

Seu sistema de refrigeração termoelétrico, por Placas Peltier, é livre de gases que podem prejudicar a camada de Ozônio.

Sendo assim, seu vinho ficará sempre no clima perfeito para você aproveitar os momentos especiais.

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Observações Importantes

Embora essa lista englobe ótimas opções de adegas, vale lembrar que talvez você encontre outro modelo pelo qual você se apaixone.

Além das dicas acima, também é importante avaliar quesitos como:

  • Tamanho da adega de acordo com o ambiente;
  • Design do modelo para decorar a sua casa;
  • Capacidade;
  • Usabilidade (ou seja, é fácil armazenar as garrafas e controlar a temperatura?);
  • Diferença de valores;
  • Garantia;
  • Voltagem e muito mais!

Portanto, não deixe de visitar as lojas e tirar todas as dúvidas que podem surgir antes da compra.

Dessa forma, você garante a melhor compra de acordo com as suas necessidades e consegue armazenar as suas garrafas da melhor forma e com muito mais praticidade.

Restou alguma dúvida sobre o assunto? Então deixe o seu comentário no espaço abaixo.

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Até a próxima!

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9 Dicas dos Melhores Livros sobre Vinho

Se você chegou até esse artigo, você provavelmente busca os melhores livros sobre vinho. E esse é o lugar certo para você!

Existem algumas leituras que são imprescindíveis para os amantes de vinho.

Acompanhados ou não de uma boa taça,
esses livros com certeza vão aprimorar os seus conhecimentos e fazer com que
você se apaixone ainda mais por esse universo.

Então, sem mais delongas, vamos descobrir quais são essas obras, melhores livros sobre vinho?

1)   A Viúva Clicquot, de Tilar J. Mazzeo

A Viúva Clicquot, de Tilar J. Mazzeo

A obra escrita por Tilar J. Mazzeo e
publicada pela Editora Rocco conta a história de um verdadeiro império de
Champagne.

Nicole Barbe Ponsardin é a protagonista
da história. Ela fica conhecida como Viúva Clicquot e é considerada
revolucionária por conseguir construir a sua marca em um período no qual os
homens eram os verdadeiros protagonistas no mundo dos negócios.

Como a obra engloba todo o pano de fundo e eventos centrais da vida de Nicole, você pode apresentar muito sobre os vinhos de Champagne. Portanto, vale a leitura!

Características:

  • Capa comum: 304 páginas
  • Editora: Rocco; Edição: 1ª (15 de maio de 2009)
  • Link acesso na Amazon: https://amzn.to/3awrQxh

2)   Enciclopédia do vinho – Vinhos, vinhedos e vinícolas 

Enciclopédia do vinho

Publicada pela Editora Senac São Paulo , a obra de Hugh Johnson é uma verdadeira enciclopédia para os amantes de vinho.

Com mais de 672 páginas, o livro aborda o surgimento do vinho e acompanha sua evolução até os dias atuais.

Um dos fatores que destacam a obra é o fato de ele detalhar as nuances do vinho de acordo com cada país e cultura. Uma verdadeira viagem através dos países produtores de vinhos, além de esclarecer tipos de uva, armazenamento e produção.

Tudo isso faz com que “Enciclopédia do vinho” seja obrigatório para todo mundo que quer aprender mais sobre essa bebida que é preferência mundial.

Características:

  • Capa dura: 672 páginas
  • Editora: Senac São Paulo; Edição: 1 (3 de fevereiro de 2012)
  • Link acesso na Amazon: https://amzn.to/2GbPyRK

3)   Judgement of Paris, de George Taber

Judgement of Paris

Este ocupa o terceiro lugar na nossa lista de melhores livros sobre vinho. A publicação de “Judgement of Paris” foi realizada pela Editora Olympia Publishers e a obra conta com mais de 200 páginas.

Por mais que ele não conte com uma edição
traduzida para o português, não podíamos deixar de destacar o livro.

Isso porque George Taber é um jornalista
que esteve presente em uma prova realizada em 24 de maio de 1976 em Paris.

Essa prova ficou conhecida como o evento
mais importante de degustação de vinho no mundo.

Taber conta os bastidores de tudo o que
aconteceu e ainda traça um panorama da indústria vinícola nos Estados Unidos.

Tudo isso para provar como o país foi capaz de superar os vinhos franceses na degustação às cegas.

Características:

  • Capa comum: 234 páginas
  • Editora: Olympia Publishers (25 de abril de 2019)
  • Link acesso na Amazon: https://amzn.to/2TL0HRa

4)   Os segredos do vinho – para iniciantes e iniciados, de José Osvaldo Albano do Amarante

Os segredos do vinho

A Mescla Editorial foi responsável pela
publicação dessa obra tão importante de Amarante. A obra é referência nacional
para quem quer saber mais sobre a bebida no Brasil.

Por isso é um dos melhores livros para
vinho!

O nome já dá o tom da obra: o livro é
feito tanto para quem começou a aprender sobre vinho agora, como para quem já
tem experiência.

Ele é perfeito para você que quer saber como o vinho é feito e ainda conferir dicas de como comprar e servir a bebida.

Características:

  • Capa dura: 632 páginas
  • Editora: Mescla Editorial; Edição revista e atualizada (5 de novembro de 2018)
  • Link acesso na Amazon: https://amzn.to/2RiBSux

5)   Robert Parker – O imperador do vinho, de Ellin McCoy

O imperador do vinho

A obra de Ellin McCoy publicada pela Campus Elsevier é uma biografia
de Robert Parker, o maior crítico de vinhos do mundo.

Em suas mais de 408 páginas, McCoy fala sobre a vida do advogado que
se apaixonou pela cultura vinícola e revolucionou a leitura dos rótulos de
vinho.

O livro é obrigatório para os amantes de vinho tanto por contar a história de Parker, como por oferecer uma visão diferenciada do que é um bom vinho e como você pode escolher o seu favorito de acordo com diferentes critérios.

Características:

6)   Presença do vinho no Brasil – um pouco de história, de Carlos Cabral

Presença do vinho no Brasil

Carlos Cabral com certeza ocupa o posto
de um dos maiores estudiosos de vinho no país. Por isso, sua obra publicada
pela Editora de Cultura é parte importante da lista de melhores livros para
vinho.

A história aborda até mesmo o período
pré-colonial, quando os índios produziam os primeiros vinhos com frutas locais.

Então, a obra passa pela colonização
italiana e a chegada dos primeiros viticultores no Brasil.

A leitura é bastante rica para quem quer aprender mais sobre a história do vinho no nosso país.

Características:

7)   Shadows in the Vineyard: The True Story of the Plot to Poison the World’s Greatest Wine, de Maximillian Potter

Shadows in the Vineyard

Essa obra é quase um romance policial. Embora não tenha versão em português, quem se interessa pelas maiores curiosidades do mundo do vinho não pode deixar de ler esse livro.

Afinal, ele conta a história de como uma
das vinícolas mais cultuadas do mundo quase foi envenenada.

O vinho Romanée-Conti é produzido em
Borgonha. Ele é tão desejado e cultuado que apenas 5 mil garrafas são
produzidas.

Então, em 2010, a vinícola foi ameaçada
de envenenamento por um pedido de 1 milhão de euros.

A obra de Potter conta a história desse
caso e ainda apresenta curiosidades sobre o vinho tão desejado.

  • The History of Wine in 100 Bottles: From
    Bacchus to Bordeaux and Beyond, de Oz Clark

Você provavelmente tem em casa um livro
que chame algo como “X vinhos que você precisa provar”.

Essa é a linha da obra de Oz Clark. O
diferencial do livro é que cada vinho recomendado vem acompanhado de sua
história e curiosidades sobre a fabricação.

Os vinhos recomendados permeiam todos os períodos da história, começando pela Antiguidade clássica.

Características:

8)   Vine Grapes, de Jancis Robinson, Julia Hardin e José Vouillamoz

Wine Grapes

Finalizando nossa lista de melhores livros sobre vinho, não podia faltar o livro conhecido popularmente como “bíblia das uvas”, a obra escrita em conjunto lista mais de 1.300 variedades de vinhas.

Além de catalogar os produtos, ele mostra
também a origem de cada um e fala um pouco sobre os aromas.

Ou seja, é presença obrigatória em sua estante! As curiosidades abordadas no livro incluem a família de cada vinha, pragas, enxertos, clones e mais. Vale muito a pena conferir!

Características:

  • Capa comum: 280 páginas
  • Editora: Mitchell Beazley; Edição: 01 (29 de outubro de 1992)
  • Link acesso na Amazon: https://amzn.to/2v2Ktsn

9)    Vinho e Guerra, de Don e Petie Klaustrup

Vinho e Guerra

Por último, não podemos deixar de citar a
obra de Don e Petie Klaustrup.

O livro aborda a relação entre as duas
guerras mundiais com o vinho, reunindo relatos da influência das guerras com as
grandes famílias que produzem vinho.

A obra tem uma leitura muito cativante e
mostra um panorama da indústria vinícola sob uma ótica diferente.

É perfeita para quem gosta de aliar a história de um produto com os grandes eventos mundiais.

Características:

  • Capa comum: 256 páginas
  • Editora: Zahar; Edição: 2 (17 de abril de 2002)
  • Link acesso na Amazon: https://amzn.to/2NMAJJo

E aí, você conhece algum dos melhores livros sobre vinho que ficou de fora dessa lista?

Então deixe a sua recomendação no espaço
de comentários abaixo e aproveite para contar o que achou das nossas
indicações.

Depois, não se esqueça de divulgar esse
artigo em todas as redes sociais!

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Como Guardar Vinho Corretamente

Se você chegou até esse artigo, provavelmente quer saber como guardar vinho. Afinal, essa é uma bebida que exige certos cuidados para que não se percam suas qualidades.

Ao contrário de outros destilados, o vinho precisa ser armazenado de uma forma especial para garantir a melhor experiência ao degustar.

Seja para complementar o que você cozinhou ou apenas para apreciar uma boa bebida ao fim do dia, não há dúvidas de que o vinho é uma preferência mundial.

Então, você não pode deixar de conferir as nossas dicas para o armazenamento correto!

Vamos começar?

Confira abaixo 5 dicas de como guardar
vinho:

Mantenha a temperatura ideal

Você sabia que
existe uma temperatura ideal para guardar o seu vinho? Pois é! Isso porque ele
fica mais saboroso quando guardado entre 12°C. Existe também o limite máximo de
24°C para o armazenamento caso ele não seja para consumo rápido.

Quando você
armazena a temperaturas abaixo de 12°C, o seu vinho demora mais para
envelhecer. E, como você provavelmente já sabe, esse envelhecimento é muito
positivo no caso de uvas específicas.

Sendo assim, procure também manter o vinho em uma adega ou bar que não mude de temperatura com facilidade. A oscilação térmica pode influenciar (e muito!) no sabor e qualidade do vinho escolhido.

Lembre-se de que a temperatura escolhida para o armazenamento pode variar de acordo com o tempo que você vai servir.

Ou seja, se pretende abrir a garrafa logo, escolha temperaturas entre 12°C e 16°C. Para guardar por muito tempo, mantenha entre 16°C e, no máximo, 24°C.

Mantenha a umidade ideal

A umidade do ar
também tem um impacto muito grande na qualidade do vinho. Isso porque locais
com baixa umidade fazem com que a rolha da garrafa seque mais rápido. Dessa
forma, o vinho é oxigenado e o seu sabor é prejudicado.

Ao mesmo tempo,
lugares muito úmidos podem alterar a temperatura da garrafa ou até mesmo
prejudicar o rótulo.

Para evitar esses problemas, o ideal é que o vinho seja guardado em um ambiente com percentual de umidade variando entre 65% e 75%.

Para ajudar a medir essa taxa, muitas adegas feitas justamente para o armazenamento de vinho mostram o valor ideal. Assim, você pode controlar melhor a umidade.

Escolha o lugar ideal para guardar vinho

Caso você não
tenha uma adega ou mini bar, é preciso escolher cuidadosamente como guardar
vinho. O local escolhido deve seguir alguns critérios que permitem o bom
armazenamento. Dentre eles, podemos destacar:

  • Ambiente protegido de luz solar;
  • Ambiente protegido de luz artificial muito forte;
  • Lugar estático (ou seja, onde você não mexe constantemente ou há perigo de derrubar) e;
  • Local com temperatura mais baixa que o ambiente.

Todos os critérios descritos acima podem afetar o aroma do vinho. Portanto, procure um lugar protegido para guardar e conservar as suas garrafas.

Lembre-se de que, quando possível, o ideal é investir em equipamento próprio para a conservação. Assim, fica muito mais fácil garantir a melhor temperatura e sabor quando decidir abrir suas garrafas.

Guarde as garrafas na horizontal

Prefira Guardar o Vinho na Horizontal

Embora os especialistas em armazenamento de vinho nem sempre concordem, a maioria afirma que o melhor é que as garrafas sejam guardadas na posição horizontal, ou seja, deitadas.

Isso porque, dessa forma, as rolhas ficam em contato com o líquido o tempo todo. O que, como você já viu, evita que elas fiquem ressecadas e acabem prejudicando o sabor das uvas.

Entretanto, o ressecamento da rolha apenas pela falta de contato com o líquido demora para acontecer. Logo, não há problema em conservar as garrafas de pé, desde que seja por pouco tempo.

Portanto, opte por essa opção quando não tiver a intenção de deixar as garrafas fechadas por muito tempo.

Respeite a vida útil do vinho

Se você gosta de vinho, provavelmente já ouviu falar que quanto mais tempo envelhecido, melhor. Porém, nem sempre isso é verdade.

Afinal, nem todas as uvas (ou até mesmo o vinho já pronto) resistem ao tempo sem ter o seu sabor afetado. Por isso, cada garrafa possui sua própria data de validade.

Geralmente, o
vinho tinto tem uma vida útil que varia entre 2 e 10 anos. Já o vinho branco
costuma ter o sabor preservado por até 3 anos.

Respeitar esse
tempo é imprescindível para que você consiga degustar o seu vinho favorito da
melhor forma. Portanto, evite manter as garrafas em casa por mais tempo do que
o indicado neste artigo ou no rótulo da garrafa.

Viu só quantas dicas existem sobre como guardar vinho? Agora, tudo o que você precisa é escolher as suas garrafas favoritas, identificar o melhor local para armazenar e pronto. Você terá uma deliciosa bebida para degustar na próxima ocasião!

E você, como costuma armazenar suas garrafas de vinho? Aproveite o espaço abaixo para compartilhar dicas com os nossos demais leitores.

Ah, e não se esqueça também de divulgar esse artigo em todas as suas páginas nas redes sociais.

Até a próxima!

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